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19 de maio de 2014

É possível aprender outro idioma sozinho?

Em poucos dias, o Brasil vai estar lotado de turistas de todos os lugares do mundo. Pelo menos essa é a nossa expectativa, não é mesmo? Todos nós podemos acabar em situações de desconforto ao não saber conversar em outro idioma e não conseguir dar informações.

Existem algumas estratégias para quem quer aprender outro idioma rapidinho. Primeiramente, é preciso ter uma ideia geral de como o idioma é construído, depois chegou a hora de fazer uma análise e escolher o que estudar primeiro com base na importância do tema e na frequência de uso. Esse passo é a “desconstrução”. É aqui que você seleciona e ordena as habilidades que quer adquirir. Você “quebra” a habilidade em pequenas partes, seleciona as mais importantes e escolhe a ordem na qual vai abordá-las. Outra dica para esse passo é adquirir um livro com frases de viagens e uma apostila de pré-vestibular.

Faça um plano sólido e se atenha a ele. Distribua os horários de estudo, marque em uma agenda quanto tempo levará estudando a parte teórica e quando fará uma conversação, em quanto tempo deseja aprender a língua, etc. Agora é a hora da execução. Use técnicas de associação para solidificar a memória, estude a gramática, e pratique diariamente. Essa última é uma parte importante na hora de aprender uma nova língua. Leia em voz alta – somente dessa forma você aperfeiçoa a pronúncia - faça uma lista das palavras mais usadas na língua (facilmente encontradas em dicionários de frequência ou em listas na internet). As conversas com nativos podem ser feitas por meio de parceiros de língua ou de professores particulares.

Está na hora de preencher o seu currículo. Vamos lá!

14 de maio de 2014

Filmes que inspiram empreendedores

Uma das ferramentas de engajamento de público mais comentadas do momento é o storytelling. A força de uma história certa na mudança de comportamento das pessoas pode estar em um livro ou em um filme também. Alguns filmes não ensinam diretamente como ser empreendedor, mas mostram uma visão interessante que pode dar rumo aos negócios. Vale a pena assistir:

1. Em Boa Companhia, de Paul Weitz
O jovem publicitário Carter Duryea assume a chefia de vendas da revista Sports America, que era ocupado por um personagem mais experiente. Os dois entram em conflito, e acabam aprendendo um com o outro.

2. Gandhi, de Richard Attenborough

A trajetória de Gandhi é o pano de fundo deste filme. Ajuda a entender como as decisões de um líder são tomadas, através das perguntas que o mentor fazia.

3. Adorável Professor, de Stephen Herek

Um músico começa a dar aulas para conseguir mais dinheiro e aos poucos vai se envolvendo com os alunos. Ajuda a pensar como é estar na pele do outro.

12 de julho de 2013

A importância da comunicação em um mercado competitivo

Muitas competências comportamentais são valorizadas no ambiente empresarial. Habilidades de liderança; automotivação, para o trabalho em equipe, criatividade destacam-se entre os diferenciais que as empresas buscam encontrar em seus colaboradores, entretanto, a excelência na comunicação interpessoal é item fundamental para o sucesso de líderes, colaboradores e equipes.

Com o mercado mais competitivo, cada vez mais os profissionais são exigidos e as organizações têm buscado colaboradores que dispõem de habilidades que superem o escopo de atuação de sua profissão, isso inclui ter uma visão sistêmica da empresa, estar disposto e pronto a colaborar.

A efetiva comunicação interpessoal nas empresas é um dos itens fundamentais para o sucesso de líderes, liderados e o alcance dos resultados planejados pela organização. Imagine um “chefe” que não consegue ser entendido, pois não sabe dar ordens ou explicar, de forma clara, a finalidade de uma ação, projeto, compartilhar seus conhecimentos ou dar um feedback. Com certeza, os colaboradores sob sua tutela terão dificuldades de entender as tarefas e executá-las com exatidão.

Agora imagine o contrário, um colaborador que não consegue responder de forma clara seu líder, relatar suas atividades, seus resultados, compartilhar suas ideias e relacionar-se bem com os colegas. Nos dois casos há algo de errado na forma comunicação, e que precisa ser urgentemente melhorado.

16 de abril de 2013

Comunicação interpessoal é igual a sucesso da empresa?

Muitas competências comportamentais são valorizadas no ambiente empresarial. Habilidades de liderança, automotivação e criatividade destacam-se entre os diferenciais que as empresas buscam encontrar em seus colaboradores. Entretanto, a excelência na comunicação interpessoal é item fundamental para o sucesso de líderes, colaboradores e equipes.

Com o mercado mais competitivo, cada vez mais os profissionais são exigidos e as organizações têm buscado colaboradores que dispõem de habilidades que superem o escopo de atuação de sua profissão, isso inclui ter uma visão sistêmica da empresa, estar disposto e pronto a colaborar.

A efetiva comunicação interpessoal nas empresas é um dos itens fundamentais para o sucesso de líderes, liderados e o alcance dos resultados planejados pela organização. Busque aperfeiçoar sua comunicação. O domínio desse recurso possibilita que os colaboradores e líderes possam conhecer-se melhor, realizar projetos juntos, dar feedbacks, receber orientações de forma madura, interagir e alcançar melhores resultados para empresa, como também alcançar qualidade nas relações interpessoais, tanto dentro como fora do ambiente de trabalho.

1 de abril de 2013

Google Nose: a piadinha de 1 de abril do Google



A tradicional pegadinha de 1 de abril do Google não deixou a desejar esse ano. A companhia já anunciou pérolas como o Gmail Motion e envio de e-mails por código Morse em "homenagem" ao dia, e desta vez prometeu um serviço não menos pitoresco: o Google Nose, que realiza as buscas pelas preferências olfativas do usuário.

Obviamente, não seria uma boa mentira se não fosse crível. A página do Google Nose BETA (disponível em português) traz as funcionalidades do serviço.

- Concentre-se em seus sentidos: vá além de digitar, falar e tocar para conhecer uma nova notação de sensações.

- Seu sommelier na Internet: imagens, descrições e aromas dos Painéis de conhecimento selecionados por especialistas.

- Sinta o cheiro: a Base de aromas do Google - mais de 15 Terabytes de fragrâncias.

- Não pergunte, não cheire: para quando você suspeitar de sua consulta - SafeSearch incluído.

Quando o usuário clica em "Experimentar o Google Nose", é redirecionado para resultados de busca aleatório e extremamente sensoriais, como fralda de bebê, cachorro molhado, chá de boldo e fogueira de acampamento. E sim, há um vídeo introduzindo o Google Nose.

21 de fevereiro de 2013

Como vencer a barreira cultural nos negócios

A interculturalidade tem feito parte do mundo dos negócios desde a Segunda Guerra Mundial e se caracteriza pela integração e intercâmbio entre diferentes culturas, gerando um fluxo contínuo de informações, ideias e pessoas. Esse encontro com o diferente e as diferenças se tornou uma competência importante para os profissionais poderem lidar com pessoas de diferentes culturas. Diplomatas e homens de negócios se beneficiam fortemente se forem capacitados para essa “cultura de culturas”.

Foi a partir de 1980, com o avanço da globalização, com a expansão dos contatos entre países, que a interculturalidade tornou-se ainda mais presente e crucial no dia a dia das organizações. Desde então, trabalhar em e com times “multiculturais” e saber lidar com mercados culturalmente diversos tornou-se um diferencial competitivo e uma exigência básica para os grandes líderes.

No auge desta nova realidade, por definição, interconectada e, consequentemente, intercultural, surgiram importantes questões nas esferas gerenciais e de mercado: O que são diferenças culturais? Como se apresentam e como lidar com elas? Quais os seus impactos nos negócios? Como as pessoas devem ser preparadas para operar em um mundo “multicultural”?

Teoricamente, o mundo corporativo é regido por princípios de negociação semelhantes: compra, venda, condições comerciais, parcerias etc. Entretanto, diariamente, muitos negócios são colocados em risco ou até mesmo perdidos, devido às sutilezas culturais. Isso porque comportamentos que são aceitáveis e usuais em uma sociedade podem ser ofensivos em outras. Por isso, quando for negociar com alguém de outro país, procure conhecer a sua cultural e não caia no risco de estragar tudo devido a um gesto mal interpretado.

Boa sorte!

14 de fevereiro de 2013

Escritório bagunçado estimula a criatividade

Quantas vezes você ouviu que uma escrivaninha organizada favorece os estudos e que um ambiente tranquilo, arrumado é reflexo de bons resultados? Pois há novas evidências. Steven Johnson, formado em semiótica e em literatura inglesa pela Universidade de Columbia, decidiu investigar como surgem as boas ideias e quais são os ambientes que favorecem sua formação. Segundo ele, se você procura inovação, seu escritório deveria acolher mais encontros – e uma certa bagunça.

Durante a investigação, Johnson encontrou um estudo realizado pelo psicólogo Kevin Dunbar, da McGill University, no Canadá. Dunbar instalou câmeras em quatro dos mais importantes laboratórios americanos de biologia molecular para registrar as atividades dos cientistas e entrevistou os pesquisadores, perguntando-lhes sobre seus avanços e mudanças de hipóteses. O resultado desse “big brother científico” foi revelador: a maior parte das descobertas importantes ocorreu não com os pesquisadores debruçados sobre seu microscópio, mas durante reuniões informais, nas quais eles discutiam seus trabalhos. Ou seja, as sacadas apareceram durante o cafezinho, o bate-papo, ao redor do bebedouro. 

Com base nesse e em outros estudos, Johnson descobriu que uma ideia inovadora costuma dormir por longo tempo na mente até emergir. E o que a faz nascer é justamente “chocar-se” com outras ideias ou pedaços de ideias, num processo por vezes caótico, até surgir como um todo inovador. Nesse ponto é que entra o ambiente: quanto mais gente com diferentes formações, especialidades e conhecimentos trocar informações e se debruçar sobre os erros que eventualmente acontecem, maiores são as chances de algo novo emergir. Ambientes que constroem muros em torno de boas ideias tendem a ser menos inovadores que ambientes abertos.

Pense nisso na próxima reforma!

Informações: Revista Alfa

17 de janeiro de 2013

E-mail marketing ainda funciona?

Recentemente, a Associação Brasileira de Marketing Direto (ABEMD) realizou a Conferência de E-mail Marketing no Brasil. Por meio de casos de sucesso, os palestrantes procuraram provar que o e-mail é ainda um canal de comunicação muito eficaz, quando bem planejado e executado.

As palavras-chave são relevância e segmentação. Por isso, invista tempo e verba para conhecer seus clientes. Veja algumas dicas que podem ajudar a utilizar o e-mail marketing com bons resultados:

Crie um site para sua empresa, produto ou evento e incentive as pessoas que acessarem o site a fornecer seu contato (e-mail), deixando claro quais são os benefícios de dar essa informação. Faça isso com um formulário simples, pois ninguém está disposto a gastar muito tempo. Dê também outras opções como canal de comunicação, não force o cliente a divulgar o e-mail.

Sempre chame para a ação de forma clara e criativa. Assim, você adiciona valor à mensagem, oferecendo conteúdo relevante. Permita que as pessoas compartilhem a mensagem, enviando-a para seus contatos nas redes sociais. Além disso, mantenha contato com as pessoas, por exemplo, enviando e-mail para agradecer e confirmar o cadastro.

Mensure os resultados das ações, como a taxa de abertura de seus e-mails, os cliques, a taxa de conversão (se fizer venda) e a taxa de viralização (envio para outras pessoas). Sempre agradeça a compra ou a participação e reinicie o ciclo, incentivando o relacionamento com seus clientes.

Analise a quantidade de clientes que abrem seus e-mails em dispositivos móveis e explore as funcionalidades de todos os recursos disponíveis. Experimente ou volte a experimentar o e-mail marketing. Afinal, ainda é o maior retorno sobre investimento das mídias digitais.

7 de janeiro de 2013

Você é fluente em inglês?

Nem metade dos executivos brasileiros têm pleno domínio do inglês. A média nacional de diretores e gerentes fluentes no idioma é de 37%. Nas áreas de carreiras técnicas e de suporte, a gestão falar bem inglês é ainda mais raro: apenas 27% dominam a língua.

Os resultados fazem parte da pesquisa conduzida pela Michael Page e Page Personnel com 8 mil profissionais da América Latina, sendo 5 mil brasileiros. Mas, apesar de baixo, o índice de fluência entre executivos brasileiros é levemente mais alto do que na Argentina e no Chile, onde 35% dominam inglês.

No entanto, está bem abaixo do verificado no México, que tem mais da metade (52%) de seus executivos fluentes. O maior índice de executivos que falam inglês fluentemente está no setor de Serviços e Comércio. Nesta área, pouco mais metade dos profissionais de alta e média gerência, 50,1%, dominam o idioma.

E, se o setor de serviços e comércio é o mais avançado, os setores de mineração e agronegócio ainda “patinam,” nas aulas de inglês: apenas 12,3% dos executivos de mineração e 2,8 % dos executivos do agronegócio disseram dominar o idioma. Entre as carreiras, os executivos da área de marketing no Brasil são os mais fluentes: 54% tem pleno domínio do inglês. Advogados vêm em seguida, com metade dos entrevistados com fluência no idioma. E, no setor de Varejo, 38% afirmaram ter pleno domínio da língua estrangeira.


26 de dezembro de 2012

10 filmes que todo empreendedor deveria assistir

Muitas vezes saímos do cinema encantados depois de assistir a um filme. Uma boa história serve de modelo e inspiração para qualquer espectador. A Revista Pequenas Empresas e Grandes Negócios selecionou dez filmes a que todos os empreendedores deveriam assistir. Com mensagens diretas e indiretas, atitudes lícitas (e às vezes nem tanto), eles mostram a atuação no mundo dos negócios. Prepare sua pipoca e inspire-se com a lista abaixo, composta por filmes mais recentes e outros tirados do fundo do baú.

1. O homem que mudou o jogo (2011)
Longe de ser um filme sobre esporte, O homem que mudou o jogo mostra como o treinador Billy Beane (Brad Pitt) fez o Oakland Athletics se destacar na liga nacional de beisebol. A grande sacada de Beane para fazer isso foi analisar estatísticas da equipe, que tinha a menor folha salarial entre as competidoras.

2. A rede social (2010)
A rede social conta a história de Mark Zuckerberg (Jesse Eisenberg), o fundador do Facebook, mostrando a criação da rede dentro da universidade Harvard, em 2003. Mostra sua controversa relação com outros fundadores, como o brasileiro Eduardo Saverin (Andrew Garfield), e com empreendedores, como Sean Parker (Justin Timberlake), o primeiro presidente do Facebook.

3. Quem quer ser um milionário (2008)Um dos maiores sucessos recentes do cinema indiano, Quem quer ser um milionário mostra o jovem Jamal Malik (Dev Patel) num famoso programa de perguntas e respostas na TV. Jamal busca em sua própria história, marcada por uma infância miserável e violenta, as respostas para as questões perguntadas pelo apresentador. É um exemplo de busca de força interior, algo essencial para empreendedores.

4. À procura da felicidade (2006)
Em À procura da felicidade, Will Smith interpreta Chris Gardner, um pai de família com problemas financeiros. Tantos que sua mulher sai de casa, deixando o filho Christopher (Jaden Smith), de 5 anos. Chris consegue um estágio não-remunerado numa corretora de valores, mas não consegue dar conta das despesas da casa. Com isso, ele e o menino acabam dormindo em abrigos e estações de trem. É um grande exemplo de que se você tem um sonho, não deve desistir de alcançá-lo.

5. Piratas da informática (1999)
Um clássico entre os apaixonados por tecnologia, Piratas da informática também é conhecido como Piratas do Vale do Silício. O filme mostra o começo de duas das principais empresas de tecnologia do mundo, a Apple e a Microsoft. Retrata as brigas de bastidores entre Steve Jobs (Noah Wyle) e Bill Gates (Anthony Michael Hall), a concorrência entre as companhias e sua importância no setor.

6. Jerry Maguire – A grande virada (1996) Depois de uma crise de consciência, o bem-sucedido agente esportivo Jerry Maguire escreve um documento defendendo que os agentes deveriam cuidar da carreira dos atletas de forma mais humana, ainda que isso significasse ganhar menos. Depois disso, acaba sendo demitido da consultoria onde trabalhava e perde seus clientes, à exceção do jogador de futebol americano Rod Tidwell (Cuba Gooding Jr). Jerry Maguire – A grande virada é um filme que mostra como é possível vencer depois de um fracasso.

7. Tucker – Um homem e um sonho (1988) Baseado numa história real, o filme mostra a trajetória de Preston Tucker (Jeff Bridges), um empreendedor que tinha o sonho de criar um carro à frente de seu tempo. Depois da Segunda Guerra Mundial, ele construiu o Trucker Torpedo, um carro mais seguro e veloz que os concorrentes da época. O projeto, no entanto, não deslanchou, pois sofreu com o lobby da indústria automobilística americana.

8. O segredo do meu sucesso (1987)
O jovem Brantley Foster (Michael J. Fox) deixa uma cidadezinha no Kansas para tentar o sucesso em Nova York. Ao chegar lá, as coisas não saem como planejadas e ele se vê obrigado a pedir um emprego ao tio, Howard Prescott (Richard Jordan), que controla uma empresa milionária. Como o trabalho é modesto, Brantley, decide levar uma vida dupla, criando um personagem chamado Carlton Whitfield, um executivo de ideias brilhantes, mas que ninguém sabe de onde veio.

9. Wall Street – Poder e cobiça (1987)
Wall Street – Poder e cobiça mostra que se você quer ser bem-sucedido, precisa enfrentar riscos. Bud Fox (Charlie Sheen) é um corretor ambicioso que trabalha no mercado financeiro. Certo dia, dá ao bilionário Gordon Gekko (Michael Douglas) algumas informações sigilosas e acaba se tornando seu discípulo, abrindo mão de ética, valores e escrúpulos para ter sucesso.

10. O Poderoso Chefão (1972)
A clássica trilogia dispensa muitas recomendações e mostra a trajetória da família Corleone e seus negócios ilícitos. Mostra as vantagens e as desvantagens de empreender “em família”.

21 de dezembro de 2012

Como fazer o cliente dizer SIM!

Vender um produto ou serviço não é uma tarefa simples. Afinal, é preciso conquistar o consumidor. A maioria das pessoas é apaixonada por fazer compras. Mas, na hora em que os clientes descobrem o preço do produto ou serviço, muitos pensam se aquilo é mesmo necessário. Eu mesma, por exemplo, sou apaixonada por sapatos. Em algumas de minhas lojas prediletas, os vendedores até já me conhecem. Sempre provo inúmeros modelos, mas, quando descubro o preço dos meus acessórios prediletos, penso: “Eu realmente preciso de mais um par de sapatos? Já não tenho uma quantidade suficiente?”. E, nesse raciocínio, às vezes compro, e outras desisto. Para evitar problemas como esse, a revista Inc listou seis técnicas para que os seus clientes digam sempre “SIM!”.


1. Demonstre simpatia
Os clientes são mais propensos a dizer “sim” se eles conhecem a pessoa que está tentando vender algo e gostam dela. É por isso que tantos comerciais de TV usar celebridades para participar de suas propagandas. Uma maneira de ser um vendedor simpático é mostrar um verdadeiro interesse nos seus clientes. Eles devem se sentir únicos e especiais. Uma dica é conhecer as características do freguês, sem parecer intransigente.

2. Conheça bem o que vende
As pessoas estarão mais propensas a comprar se o atendente demonstrar conhecimento especializado no assunto. Isso dará credibilidade ao vendedor. Há muitas maneiras de criar essa impressão. Uma delas é realmente tornar-se um especialista no seu ramo de atuação. Pesquise o assunto, teste os produtos e tente sentir as reais sensações de um consumidor.

3. Faça favores ao cliente
As pessoas se sentem obrigados a dizer “sim” para aqueles que um dia já lhe fizeram algum favor. No mundo dos negócios, uma maneira de fazer um favor é conseguir um novo cliente para o seu consumidor ou mesmo conceder-lhe tratamentos especiais como formas de pagamento e descontos. Mas é importante ressaltar que a criação de um senso de obrigação em retribuir um favor não deve ser explícita. O desejo sincero de ajudar (em vez de ser ajudado) é percebido pelos clientes, que, como consequência, respondem positivamente e se tornam fiéis ao negócio e ao vendedor.

4. O cliente precisa ter certeza do que está comprando
Os clientes dizem “sim” com mais frequência se o “sim” é consciente. Eles precisam reconhecer o que estão comprando e compreender que aquilo fará alguma diferença na sua vida ou na dos outros. A pessoa deve sentir que a compra possui alguma utilidade.

5. Mostre que outros clientes estão felizes ao comprar produtos da sua empresa
Os clientes são mais propensos a comprar quando sabem que outras pessoas – assim como eles – compraram determinado produto ou serviço e estão felizes com a aquisição do item. Por isso, é importante que o vendedor dê exemplos de clientes satisfeitos para que a compra seja realizada com maior rapidez.

6. Faça ofertas raras
A maioria dos clientes valoriza ofertas raras e únicas. Uma maneira de fazer isso é proporcionar ofertas por tempo limitado e ressaltar a data do término. Isso faz com que os clientes entendam que essa pode ser a sua última chance de realizar a compra de determinado produto ou serviço.

23 de novembro de 2012

Black Friday acontece hoje no Brasil

São 24 horas de descontos em vários sites e lojas pelo país. A Sexta-Feira Negra, aquele dia de promoções dos americanos, chegou ao Brasil. Se essa moda americana pega, veremos consumidores dispostos a tudo por uma liquidação.

A previsão dos lojistas é a de que as vendas sejam quatro vezes maiores do que em dias normais. O evento deverá movimentar até R$ 135 milhões no comércio eletrônico neste ano, 35% a mais do que em 2011. 

Neste ano, mais de 300 lojas virtuais participam com megaliquidações de até 80% de desconto. Entre elas estão WalMart, Magazine Luiza, Tam, Netshoes, Americanas, Próximo Games, Sepha, Compra Fácil, Shoptime, Submarino, Sephora, Imaginarium, HP, Dafiti e Extra. Confira as oportunidades: Busca de Descontos - Black Friday

22 de novembro de 2012

MON comemora 10 anos

Hoje, o Museu Oscar Niemeyer (MON) completa 10 anos. Também conhecido como Museu do Olho, o espaço é um dos pontos turísticos mais visitados de Curitiba (Paraná): recebe cerca de 15 mil pessoas por mês. Em julho deste ano, o MON alcançou recorde de visitação, com a presença de 30 mil pessoas.

Já parou para pensar na diversidade de expressões artísticas que o local recebeu nessa década? O museu tem mais de 17 mil m² de espaço na área expositiva e já recebeu obras de Roy Lichtenstein, Candido Portinari, Frida Kahlo, Martin Chambi, Antanas Sutkus, Antoni Tàpies, Salvador Dalí, Marc Riboud, Brassaï, Fernando Botero, Tarsila do Amaral, Pablo Picasso, Di Cavalcanti, entre outros.

Localizado no Centro Cívico, o MON se destacou em primeiro lugar entre 48 atrações turísticas da capital paranaense, em pesquisa realizada pelo site TripAdvisor, portal de viagens e turismo. Além disso, foi eleito um dos 20 museus mais bonitos do mundo pelo site norte-americano Flavorwire.

Comemoração

Hoje, o espaço ficará aberto das 10h às 22h, com programação especial que inclui apresentações musicais, de dança e abertura de exposições. Dentre elas, a exposição de fotos de Nani Gois, "Museu em Construção", às 19h. São imagens feitas diariamente, durante seis meses, do trabalho de construção do museu, inclusive do próprio Oscar Niemeyer em frente ao ”Olho”, além dos operários e da exposição de outras obras artísticas já expostas.

Histórico

O projeto do edifício foi idealizado pelo arquiteto Oscar Niemeyer, em 1967. O objetivo era abrigar o Instituto de Educação do Paraná. Entretanto, o prédio foi inaugurado em 1978 e acabou abrigando a sede de secretarias do governo estadual. Em 2002, o espaço foi adaptado e ganhou um anexo, popularmente chamado de olho. No início, foi batizado de NovoMuseu, no ano seguinte, passou a ser chamado Museu Oscar Niemeyer.

12 de novembro de 2012

Virada Cultural movimenta cinco cidades do Paraná

Palco Riachuelo - Curitiba (PR) | Foto: Aniele Nascimento / Gazeta do Povo
Música, dança, teatro, circo, artes plásticas e performances artísticas reuniram mais de 100 mil pessoas na Virada Cultural, promovida pela Secretaria de Estado da Cultura, com parceria do Sesi-PR e Instituto Curitiba de Arte e Cultura. Campo Mourão, Cianorte, Curitiba, Foz do Iguaçu e Maringá participaram do evento, que contou com o apoio das prefeituras. 

Apenas em Curitiba, no Palco Conexões, montado na Boca Maldita, mais de 70 mil pessoas conferiram atrações como Cauby Peixoto e Ângela Maria, Dudu Nobre, Orquestra à Base de Sopro e Emílio Santiago, Orquestra Sinfônica do Paraná e Oswaldinho do Acordeon, Luis Felipe Leprevost, Nevilton entre outras. 

Em Maringá, o Palco Conexões reuniu músicos como Sandra de Sá, Emílio Santiago e Orquestra à Base de Sopro, Orquestra Paranaense de Viola Caipira e diversas outras. A cidade ainda contou com uma mostra de filmes durante a madrugada. Mais de 10 mil pessoas aproveitaram a Virada Cultural Paraná na cidade. 

As atrações que passaram por Foz do Iguaçu se dividiram em dois grandes palcos, além de atividades em outros sete locais da cidade. Aproximadamente sete mil pessoas conferiram os shows da Orquestra Sinfônica do Paraná e Viola Quebrada, Orquestra à Base de Cordas e Zeca Baleiro, Banda Mais Bonita da Cidade, entre outras. Renato Teixeira, Big Time Orchestra, Brasileirão e Quarteto em Cy e a Orquestra Paranaense de Viola Caipira de Cascavel foram algumas das atrações em Campo Mourão. 

Em Cianorte, o público conferiu as apresentações de Renato Teixeira, Banda Sabonetes, Brasileirão e Quarteto em Cy, Bateria da Ira do Leão, Grupo Por Acaso e Banda W/Lótus. Ainda foi possível participar das atividades da Virada Cultural Paraná na Praça 26 de Julho, onde foram realizadas leituras de poemas e contos, feira de artesanato, exposições e apresentações de dança, teatro e circo.

Esse tipo de evento tem a capacidade de reunir diferentes tipos de pessoas e culturas. É uma oportunidade para se divertir e conhecer. Quem esteve presente, garante que valeu a pena!

17 de setembro de 2012

Que tal investir na Polônia?

A Polônia é o 34° país mais populoso do mundo. Apresenta uma economia diversificada, dividida entre as indústrias de construção naval, produção de carvão, aço e energia elétrica, mas a agricultura é a atividade econômica predominante. 

Com isso, atrai muitos investidores e profissionais que buscam realizar negócios. Se esse é o seu caso, tome cuidado ao sugerir que o negócio seja fechado por telefone ou via e-mail. Os poloneses preferem fazer negócios pessoalmente. Nesse caso, ter um bom relacionamento com eles é a chave para o sucesso.

Converse sobre o seu país de origem, experiências de trabalho, passatempos e arte. Evite falar sobre política e dinheiro. Para os poloneses, não há nenhum problema em conversar sobre assuntos aleatórios durante as reuniões de negócios. Só tome cuidado para não falar com as mãos no bolso, os poloneses não se sentem a vontade com essa postura.

Boa sorte!

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4 de setembro de 2012

África do Sul: infraestrutura desenvolvida e economia emergente

A África do Sul é um dos mercados mais sofisticados e promissores do mundo. Diversos motivos ressaltam a facilidade de fazer negócios no País, como: comércio favorável, infraestrutura do mais alto nível, acesso aos mercados, porta de passagem para a África, alianças estratégicas, políticas econômicas sólidas, capacidade industrial, tecnologia de ponta e competitividade de mercado. 

Porém, é bom tomar alguns cuidados quando estiver em uma reunião de negócios na África do Sul. Fale em voz baixa para não atrapalhar as pessoas que estão ao redor, procure não fazer piadas e mantenha o celular sempre desligado. No caso de esquecimento, saia de perto para atender a ligação e em seguida peça desculpas, eles não gostam de ser interrompidos. 

Fora esses detalhes, o povo da África do Sul é tranquilo e, normalmente, aberto a negociações. Boa sorte!

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15 de agosto de 2012

Vai comprar algo de um turco? Prepare-se para negociar

Existem diversos pré-julgamentos quando se fala em realizar negócios com turcos. Para eles, é de praxe negociar. O turco primeiramente pede um preço absurdo e a partir daí estimula a negociação. Nesses casos, é comum gastar metade do valor inicialmente oferecido. Mas, mesmo depois de uma longa negociação, fica a sensação de ter feito um mau negócio e ter sido ludibriado pela lábia do turco. 

Quando você está no ambiente deles, uma loja ou uma empresa, o turco primeiramente vai te servir um chá, que eles dizem fazer parte da hospitalidade. Na verdade, o intuito é te oferecer o chá extremamente quente e por isso, impossível de beber. Assim, para não ser mal educado, você vai ficar tentando esfriar o chá e com isso vai permanecer mais tempo na companhia dos turcos, negociando. 

Para não ser “enrolado”, procure conversar bastante com os turcos, fugir um pouco do assunto “negócios”. Converse sobre futebol e sobre a cultura e história do país. Prefira assuntos mais gerais e pergunte a opinião deles, é uma forma de demonstrar confiança. 

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13 de agosto de 2012

Cultura e comportamento dos colaboradores


 Uma cultura organizacional bem definida é essencial para o bom relacionamento dentro da empresa. Mas por quê? Uma liderança que saiba estimular os colaboradores com comportamentos positivos se destaca das demais e causa menos problemas no ambiente de trabalho. 

Às vezes a pressão por resultados, a necessidade de provar ser melhor do que os demais, ironias e piadas acabam caracterizando assédio moral. Esse assédio pode ser provocado pelos próprios colaboradores e não apenas pelos gestores e é resultado da cultura da empresa. Devido a isso, a importância de ter valores bem definidos e transmitidos com eficácia aos colaboradores, através de treinamentos e políticas do setor de Recursos de Humanos. 




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25 de julho de 2012

Marketing Cultural: Visibilidade e consciência social


Você já ouviu falar em marketing cultural? Esse conceito nada mais é do que toda ação de marketing que utiliza a cultura como meio de comunicação para divulgar o nome, o produto ou a imagem de uma empresa. O marketing cultural é desenvolvido devido à necessidade de diferenciação das marcas, de posicionamento da empresa como socialmente responsável e de diversificação do mix de comunicação para melhor atingir o público. 

É importante que a empresa analise qual será o evento/projeto cultural que vai patrocinar, já que a imagem organizacional ficará vinculada a ele. O investimento em cultura é uma oportunidade para as empresas participarem da manutenção dos valores culturais da sociedade e, consequentemente, constroem uma imagem forte e bem posicionada frente ao consumidor. 



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23 de julho de 2012

Fazendo negócios na Austrália


Olho no olho. É dessa forma que os australianos costumam realizar os seus negócios. Para eles, o olhar demonstra confiança e é um sinal de respeito pelo empresário. Por isso, quando eles acreditam que o trabalho vai dar certo vão direto ao ponto e negociam com facilidade e rapidez. 

Durante as conversas paralelas, procure não falar sobre religião, política ou sexo, a menos que o empresário comente sobre esses assuntos. Além disso, não faça piadas sobre o jeito deles, eles costumam fazer isso, mas não são muito receptivos quando o outro faz. Prefira conversar sobre o clima ou esportes. A Austrália é um país lindo, existe muito o que conversar sobre as suas belezas naturais. Aliás, se estiver fazendo negócios nesse país, aproveite a oportunidade para conhecê-lo. Boa sorte!

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