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25 de setembro de 2013

CEO da Amazon promove clube de leitura para inspirar líderes

Uma das estratégias de Jeff Bezos, fundador e presidente da Amazon, para inspirar o seu time de executivos é organizar um clube de leitura. Ele revelou a atividade durante uma entrevista à CNBC, nesta quarta-feira, para falar da nova linha de Kindles lançada pela compahia.

"Uma das coisas que nós fizemos foi ler esses livros de negócios juntos e falar sobre estrátegia, visão e o contexto. Esses livros realmente viraram ferramentas de trabalho que nós usamos para falar de negócios. Foram ótimas conversas deram a todos nós a chance de conhecer uns aos outros melhor", avaliou.

Durante a entrevista, o presidente da Amazon não disse quais foram os três livros lidos pelo time de executivos, mas Jon Fort divulgou os títulos em uma postagem em seu perfil no LinkedIn.

São eles: "The Effective Executive", de Peter Drucker, "The Innovator's Solution", do autor Christensen e "The Goal", de Eliyahu Goldratt.

Confira a entrevista na íntegra:



Fonte: Exame.com

26 de agosto de 2013

Dicas de sucesso de Donald Trump

Donald John Trump é um magnata dos negócios americanos, personalidade de TV e autor. Trump é o fundador da Trump Entertainment Resorts, que opera vários cassinos e hoteis pelo mundo. Seu modo extravagante de vida e maneira de agir, sem rodeios, fizeram dele uma celebridade. O status foi aumentado também graças ao seu reality show exibido na NBC, The Apprentice.

Quer saber as dicas de Trump para alcançar o sucesso? A Revista Administradores publicou as pérolas do empreendedor em uma conferência em Toronto, Canadá. Confira:

1) Ame o que você está fazendo. Se não, você nunca será bem sucedido. ‘Se você ama seu trabalho,’ diz Trump, ‘você trabalha com mais afinco, trabalhando mais duramente, será melhor nele.’ É mais fácil ser bom em algo quando você ama o que você está fazendo. 

2) Nunca desista. Isto é realmente importante. ‘Você não terá êxito se parar. Assim não pare!’. Esta dica está ligada a primeira, ‘Se você ama algo que faz, você é menos inclinado a parar.’ Logo: Faça o que ama e não desista nunca. 

3) Faça sua própria sorte. Algumas pessoas são mais afortunadas do que outras. A ’sorte é importante,’ diz Trump. ‘Quanto mais duramente você trabalha, mais sorte você consegue.’ Ele contou uma história que ilustra como seu próprio comportamento mudou sua sorte no negócio. Depois que tinha conseguido um determinado nível do sucesso, Trump ‘perdeu o foco’ e não trabalhou tão arduamente. O resultado saiu caro: $9.2 bilhões no buraco. A moral da história: Você pode fazer sua própria sorte. Você pode mudar sua sorte se você permanecer focalizado e trabalhar duramente. ‘Você tem o poder sobre a sorte,’ diz Trump. 

4) Às vezes você deve ir contra a maré. Às vezes você apenas tem que ir com seu instinto. Às vezes as maiores oportunidades se encontram no sentido contrário que todos estão indo. ‘Mas,adverte, é preciso conhecer muito bem seu negócio para seguir seus instintos.’ Quando todos estao vendendo, talvez aquele é mais melhor momento para comprar. ‘Mas você sabe melhor se o que está fazendo é o correto. 

5) Reconhecer quando você perde o momento. Às vezes nós podemos todos perder o momento. Se essa vez vier, você necessita saber sobre ele. “Se você o perde, você pode perder tudo,” adverte. Como você pode evitar esta armadilha? Trump recomenda simplesmente: “manter o foco”.

13 de agosto de 2013

Hugh Hefner: o fundador da Playboy

Quando fundou a Playboy, em dezembro de 1953, o americano Hugh Hefner evitou colocar uma data na capa. Achou que a revista iria encalhar e passaria meses nas bancas. Porém, o sucesso foi imediato. Hoje, com tiragem mensal de 3,2 milhões de exemplares nos Estados Unidos, a Playboy é a maior publicação masculina do mundo e o carro-chefe de um conglomerado que faturou 280 milhões de dólares no ano passado. A revista é publicada em dezessete países – a Editora Abril edita a versão brasileira – com 15 milhões de leitores.

Hefner é multimilionário e costuma fazer declarações polêmicas, como a quantidade de mulheres que já levou para cama. Aos 84 anos de idade, ele ainda encarna o estilo de vida de liberdade sexual, mas lembra com lucidez de sua participação na transformação da sociedade, na defesa dos direitos civis, contestando o macartismo, o racismo e a Guerra do Vietnã, defendendo da causa gay e da legalização da maconha.

Quando jovem, Hefner, abriu seu negócio com apenas oito mil dólares. Dinheiro que conseguiu ao vender alguns móveis de sua casa Photobucket e pedir certa quantia emprestada a sua mãe. Com este limitado capital ele lançou a primeira edição da Playboy. A revista alcançou o pico de vendas em 1972, com 7 milhões de exemplares.

A revista é praticamente uma máquina de fazer dinheiro. Hefner teve uma ideia inovadora no momento certo.

E você, já teve uma ideia tão diferente?

17 de julho de 2013

“Aprenda a negociar, porque tudo o que você precisa depende disso” - Donald Trump

Com seu jeito extremamente ríspido, Donald Trump dizia com boca cheia o jargão “you’re fired!”. Todos os que ouviam essa frase, iam embora, de maneira triste e conformada, enquanto os que ficavam olhavam com seriedade o “coach(treinador)”, aguardando a oportunidade de melhorar e se capacitar ainda mais para ganhar a tão sonhada vaga nas empresas Trump. Esse era o seu modo de apresentar o programa de televisão no estilo reality-show "O Aprendiz" (americano), em 2004.

Quem é Donald Trump?

Um dotado auto-publicista, Donald Trump é um milionário que atingiu a fama pelo seu extravagante estilo na década de 1980.  Apesar de ter sido declarado na falência em 1990, Trump reconstruiu a sua fortuna que se estima atualmente em cerca de $1,6 mil milhões.

A terceira geração de uma família de negócios, o jovem Trump deu assistência aos negócios do pai para construir casas a preços acessíveis. Tinha bom olho para o negócio e ao terminar a escola estudou finanças na Wharton School da Pensilvânia. Ao terminar os estudos, a sua determinação era negociar no imobiliário, mas numa escala maior que o pai.

Para isso, Trump precisava de contatos. Apesar de não ter dinheiro, mudou-separa Manhattan e conquistou com o seu charme o comité de membros de um clube exclusivo; a única condição que lhe foi imposta foi a de não roubar as mulheres dos membros mais antigos. Com estes contatos nova iorquinos veio o acesso ao poder e ao dinheiro e Trump fez dos ricos e famosos o seu nicho de mercado. Ele compreendia bem a psicologia deles e, enquanto outros lutavam por reduzir custos e baixar preços, Trump subia os seus.

Tornou-se um dos senhorios mais poderosos da década de 1980, sendo proprietário de várias torres de vidro em exclusivos endereços nova-iorquinos, dois casinos e a companhia aérea Trump Shuttle.

Com a década de 1990 veio a recessão e quando Trump foi incapaz de pagar um empréstimo bancário no valor de $2 mil milhões, a maioria dos seus activos foram apreendidos pelos credores e a mulher pediu o divórcio. Apesar disso, e de forma notável, ele voltou a conquistar riquezas e escreveu um livro sobre isso, intitulado “The Art of the Comeback”.

Em 1999, Trump anunciou a intenção de se candidatar a presidente dos EUA como candidato do Partido Reformista, em 2000. Essa tentativa não teve sucesso e, no seu livro, Trump escreve que nunca faria um bom chefe de Estado por ser demasiado honesto e germofóbico, pelo que detesta ter de apertar a mão a toda a gente.

10 de julho de 2013

O que David Neeleman indica para alcançar o sucesso

Se fosse fácil ser um homem de negócios bem-sucedido, milhares de empresas não fechariam as portas todos os anos. David Neeleman, fundador da JetBlue e da Azul Linhas Aéreas, faz a receita para o sucesso parecer simples. Segundo ele, são três os principais pilares para se construir uma empresa que saiba conquistar bolsos e corações. 

O primeiro deles é investir em capital humano. Para Neeleman, empregados felizes são os melhores empregados. Todos os seus funcionários precisam pensar que sua empresa é o melhor lugar em que eles já trabalharam na vida e quando o empresário diz todos, ele realmente quer dizer todos. 

O segundo ponto crucial é ser impecável no atendimento ao consumidor. Tal preocupação faz com que Neeleman receba quatro vezes ao dia relatórios das atividades do call center da Azul. Faz também com que todos os funcionários da companhia aérea que tenham contato direto com os clientes da empresa não sejam terceirizados, mesmo em setores em que isso é comum, como o de call center. 

E se porventura algo sair errado e você não for impecável? O terceiro pilar é exatamente esse: saiba contornar a situação e satisfazer o seu cliente, porque a realidade é cruel. 

Nessa linha, a Azul montou uma estratégia para lidar com atrasos superiores a uma hora nas partidas de seus voos. Quando isso acontece, os passageiros afetados pela demora ganham um crédito de R$ 50 para gastar no próximo voo que tomarem da companhia aérea.  Essas dicas nada têm de simples, mas a história de vida de Neeleman nos aconselha a ouvi-lo com atenção. 

Do Brasil aos EUA e vice e versa 

Brasileiro de nascença, Neeleman deixou o país aos cinco anos de idade para viver nos Estados Unidos, onde sua família morava antes de seu pai vir trabalhar no Brasil como jornalista. Ele voltaria ainda ao país aos 19 anos para trabalhar como missionário da igreja mórmon. Foi quando reaprendeu a falar português, ainda que com forte sotaque. A próxima aventura em solo brasileiro seria o lançamento da Azul Linhas Aéreas, décadas mais tarde. 

O espírito empreendedor de Neeleman pode ser notado desde cedo em sua biografia. Seu primeiro emprego foi vender pacotes turísticos para o Havaí para seus colegas de faculdade. Não tardou muito para abrir sua primeira empresa. Aos 23 anos, o brasileiro iniciava seus negócios no setor da aviação fundando a Morris Air. O reconhecimento internacional, entretanto, viria com a criação da JetBlue em 1999. 

Quando fundou a JetBlue, Neelman queria construir a melhor companhia aérea dos Estados Unidos. Com isso, resolveu fundar uma companhia. Mas como escolher qual negócio montar? É pensando exatamente nisso: aonde você pode fazer a diferença, o que você tem condições de fazer melhor do que os outros. 

Informações: Exame.com

28 de junho de 2013

3 inspirações para Fernando Okumura, presidente do Kekanto

Os jovens também podem encontrar muita inspiração nos clássicos. Fernando Okumura, presidente do Kekanto, é prova disso. Aos 35 anos, o executivo está à frente da rede social online de recomendações de serviços e estabelecimentos há três. Formado na conceituada Wharton School e com MBA em Administração em Stanford, ele busca boa parte de suas inspirações em exemplos do passado. Veja a seguir as três inspirações de liderença de Fernando Okumura.



Líder

“Ele é um exemplo de superação de dificuldades, coragem, ética e execução, elementos indispensáveis para quem quer empreender. Tenho ele como uma referência que inspira a minha trajetória. Roosevelt é autor de uma de minhas frases favoritas: ‘É muito melhor a ousadia por ganhos poderosos, a glória do triunfo, mesmo que intercalados por falhas,... que figurar entre os pobres de espírito que não aproveitam nem sofrem muito, porque vivem em uma penumbra cinza, sem conhecer nem a vitória tampouco o fracasso’.”


Filme

“Curto muito os clássicos do cinema, mas ultimamente muita coisa boa anda sendo produzida. Uma delas é o filme Lincoln, dirigido por Steven Spielberg e protagonizado por Daniel Day-Lewis. Recomendo que não acompanhe os 150 minutos de filme como entretenimento, mas também como uma aula de liderança bem inspiradora por meio de seus erros e acertos. Entre essas lições, a de comprometimento, empatia e foco em solução.” 

Livro 

“Uma obra que me surpreendeu positivamente e que não hesito em recomendar é ‘Sonho Grande’ escrito por Cristiane Correa. As páginas deste livro mostram as trajetórias de sucesso de Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Beto Sicupira. Juntos eles não só conquistaram o mundo, mudaram o cenário de negócios no Brasil e destaca a importância da cultura e da seleção de pessoas no sucesso das organizações.”

Fonte: Revista Exame

21 de junho de 2013

Três coisas que aprendi com Warren Buffett - por Bill Gates

O empresário Bill Gates inaugurou sua conta no LinkedIn, onde contribuirá com textos sobre negócios. Em sua primeira postagem, o fundador da Microsoft escreveu sobre como o investidor Warren Buffett influenciou sua carreira e seu trabalho filantrópico.

Leia na íntegra a postagem:


Três coisas que aprendi com Warren Buffett

Eu quero compartilhar algumas mensagens sobre coisas que aprendi durante a minha carreira na Microsoft e na Gates Foundation (eu posto com frequência no meu blog). Mês passado, eu fui a Omaha para o encontro anual dos acionistas da Berkshire Hathaway. É sempre divertido, não apenas pelas partidas de ping-pong e o concurso de atirar jornais com Warren Buffett. Também é divertido por que eu tenho a oportunidade de aprender com Warren e saber como ele pensa.

Aqui estão três coisas que aprendi com Warren Buffett ao longo dos anos:

1. Nem tudo é sobre investir

A primeira coisa que aprendi com Warren, claro, foi sobre como pensar um investimento. Isso é natural, dado seu histórico impressionante. Infelizmente, é nesse momento em que as pessoas param e perdem o fato de que ele tem um panorama inteiro para negócios, um pensamento bastante poderoso. Por exemplo, ele fala sobre como procurar a fraqueza das empresas - é uma vantagem competitiva - e saber se essa fraqueza está encolhendo ou crescendo. Ele diz que um acionista precisa agir como se ele fosse o dono de todo o negócio, olhando para o lucro futuro e decidindo se vale a pena. E você precisa estar disposto a ignorar o mercado, mais que segui-lo, por que você quer tirar vantagem dos erros do mercado - as companhias que foram avaliadas com um preço abaixo do que realmente valem.

Eu preciso admitir que quando conheci Warren o fato de ele possuir esse panorama foi uma grande surpresa para mim. Eu o conheci em um jantar preparado pela minha mãe. No caminho, eu pensei: "Por que eu quero conhecer esse cara que trabalha com ações?" Eu pensei que ele usava apenas algumas lições de mercado - como volume, o preço mudou com o tempo - para tomar suas decisões. Mas quando começamos a conversar naquele dia, ele não me perguntou nada sobre esses assuntos. Em vez disso, ele começou a me fazer perguntas fundamentais sobre o nosso negócio. "Por que a IBM não consegue fazer o que a Microsoft faz?" Ou "Por que a Microsoft é tão lucrativa?" Foi então que eu percebi que ele tem um olhar sobre negócios bem mais profundo do que eu imaginei.

2. Use sua plataforma

Muitos líderes escrevem cartas aos seus acionistas. Mas nenhum é tão famoso pelas suas quanto Warren é pelas dele. Parte por que seu bom humor natural brilha. Outra parte por que as pessoas acham que aquilo ajudará com que elas invistam melhor (e elas têm razão). Mas também por que ele está sempre disposto a falar com franqueza e criticar coisas como opções de ações e derivativos financeiros. Ele não tem medo de assumir posições, como assumiu acerca dos impostos cobrados dos ricos, que vai contra seus próprios interesses. Warren me inspirou a escrever minhas cartas anuais sobre como a fundação funciona. Eu ainda tenho um caminho a percorrer até que fiquem boas como as de Warren, mas tem sido útil sentar uma vez ao ano para explicar os resultados que temos observado, bons e ruins.

3. Saiba o quanto seu tempo é precioso

Não importa quanto dinheiro você tem, você não comprará mais tempo. Só existem 24 horas no dia de qualquer pessoa. Warren tem um bom senso disso. Ele não preenche seu calendário de reuniões inúteis. Por outro lado, ele é bastante generoso na hora de dividir o seu tempo com as pessoas em quem ele confia. Ele dá aos mais próximos seu telefone pessoal e eles podem ligar que ele atenderá.

Apesar de Warren marcar um encontro anual com vários universitários, poucas pessoas o procuram para pedir conselhos. Eu tenho muita sorte nesse sentido: nossos diálogos são inestimáveis para mim, não apenas na Microsoft. Quando Melinda e eu lançamos a fundação, eu procurei Warren para pedir ajuda. Nós conversamos bastante sobre como a filantropia pode impactar tanto quanto o software. A maneira brilhante com que Warren observa o mundo é tão útil na hora de atacar a pobreza e doenças como é na hora de construir um negócio. Ele é único.

17 de junho de 2013

Líderes: 5 filmes sobre a arte de governar

Alguns filmes são baseados em histórias reais, outros, são apenas ficção, mas hoje, falaremos de grandes sucessos das telonas que têm algo em comum: todos foram líderes importantes e, a maioria deles usaram métodos do coaching para governar.

Confira a lista:

A Dama de Ferro
Vencedor de dois Oscars, o filme conta a trajetória política de umas das mulheres que teve mais influência na Europa, Margareth Thatcher. Ela foi a primeira ministra britânica e conseguiu fazer prevalecer seus métodos considerados um tanto rígidos em uma época onde apenas os homens governavam.


W. 
O filme é baseado na vida do ex-presidente americano George W. Bush, desde que se formou na Universidade de Yale até o seu mandato como presidente dos Estados Unidos, ressaltando seu empenho em invadir o Iraque em 2003.


Lincoln 
Um político excepcionalmente astuto e profundamente envolvido com questões de poder em cada estado, ele foi responsável pela abolição da escravidão. O filme mostra a história do presidente que liderou o país durante sua maior crise interna, a Guerra Civil.
Frost/Nixon 
Após anos de silêncio, Nixon resolve dar uma entrevista para um entrevistador de TV, na tentativa de retornar à política. Nas duas primeiras noites de entrevista ele consegue vantagens em cima do apresentador, mas Frost não desiste e começa a pesquisar mais a fundo a participação do ex-presidente no caso Watergate e acaba virando o jogo. 


O Último Rei da Escócia 
O filme mostra um médico que decide ter novos rumos e vai pra Unganda e, lá, ele conhece o ditador Idi Amin Dada e acaba virando seu médico pessoal, amigo e conselheiro, o ajudando a tomar decisões importantes sobre os rumos do país. 



Estes são alguns líderes da história mundial que foram representados em filmes. Deixe sua opinião sobre os filmes, e não perca a oportunidade de assisti-los quando puder.

6 de maio de 2013

O banqueiro mais rico do Brasil: Joseph Safra


Itaú e Bradesco podem ser os maiores bancos do país em varejo, e os mais populares, mas a fortuna de seus donos ainda está longe de alcançar a do banqueiro brasileiro mais rico. Aos 74 anos, Joseph Safra, do Banco Safra, acumula um patrimônio de 15,9 bilhões de dólares – valor que corresponde a pouco menos da metade de todo o patrimônio concentrado na mão dos banqueiros do Brasil, de 34,45 bilhões de dólares.

Na lista de bilionários brasileiros mais ricos, segundo a Forbes, Jorge Paulo Lemann trocou de lugar com Eike Batista na primeira posição, mas nada abalou Joseph do segundo lugar entre os mais ricos do país. Ao contrário da maioria dos outros banqueiros do Brasil, como as herdeiras do fundador do Bradesco e a família Villela, da Itaúsa, Safra não viu sua fortuna reduzida de um ano para o outro. Sua história dá alguns indícios de como ele conquistou tal proeza. 

Filho de uma família judia com origem na Síria, José (como gosta de ser chamado) nasceu no Líbano em 1938 e só chegou ao Brasil em 1962 – apenas anos depois se tornou brasileiro naturalizado, motivo pelo qual ele aparece no ranking da Forbes entre os brasileiros. Herdou da família, além do apreço pelo conservadorismo, a habilidade de multiplicar dinheiro.

Paixões e negócios

Os negócios de Joseph prosperam dentro e fora do país (bom negociador, fala inglês, francês, espanhol, italiano, árabe e hebraico). Hoje, segundo a Forbes, seu filho mais velho, Jacó, supervisiona as operações da família banqueira na Europa e nos Estados Unidos. Enquanto isso, seus outros dois filhos, David e Alberto, gerenciam o Banco Safra no Brasil, o sétimo maior do país em ativos, com negócios concentrados em private bank.

Da vida pessoal, pouco se sabe de Joseph. Porém, nas raras entrevistas que concedeu, deixou claro que gosta de levar uma vida simples ao lado da esposa Vicky e dos quatro filhos– e tem outras paixões, além de cuidar do seu banco. O gosto por livros caros e raros, que fazem deles um dos maiores colecionadores de obras do país, é uma delas. E a torcida pelo Corinthians é outra. 

Fonte: Revista Exame

10 de abril de 2013

Lições de liderança de Lincoln


Lincoln, de Steven Spielberg: atuação elogiada de Daniel Day-Lewis (Foto: Divulgação)


Por um lado, a compra de votos, a quebra de confiança com integrantes da equipe e o não respeito às regras. Por outro, a visão, a liderança inspiracional, a diplomacia, o controle emocional, o foco na solução e a capacidade de mudar de ideia.

Provavelmente um dos maiores trunfos do filme Lincoln, de Steven Spielberg, que mostra o ex-presidente norteamericano que conseguiu a abolição da escravatura e o fim da Guerra de Secessão nos EUA, é mostrar um líder humano, com erros e acertos, dúvidas e certezas.



O longa, com 12 indicações ao Oscar, estreou na última sexta-feira (25/01) no Brasil e já arrecadou R$ 2 milhões por aqui, segundo a Filme B, e US$ 182 milhões em todo o mundo, segundo o site Mojo. Interpretado por Daniel Day-Lewis, o Lincoln de Spielberg e do ator britânico coloca seus ideais e visão acima de tudo (e, muitas vezes, de todos), conquista apoio pelo dom da oratória e atinge, finalmente, resultados e metas. Qualquer semelhança com o mundo corporativo não é mera coincidência.

A Revista Época listou lições de liderança que você pode aprender com o filme e com o personagem:

1. Nunca, nunca minta para sua equipe: um dos erros quase mortais de Lincoln no filme é que ele omite do secretário de Estado um acordo que havia feito com o líder dos republicanos para aprovar a abolição da escravatura. “Ele colocou em risco a confiança do principal funcionário. Deveria ter compartilhado e explicado o porquê da decisão. No mundo corporativo é tão difícil estabelecer alianças sólidas, que o melhor é sempre preservá-las”, avalia Van Marchetti, diretora da Attitude Plan. Homero Reis, coach ontológico e sócio-diretor da Homero Reis e Consultores concorda e explica o perigo da quebra da confiança. “O líder se fundamenta no processo da consolidação da confiança. Se ele chamasse o secretário e apresentasse a decisão como uma estratégia, seria melhor.” Como lidar com casos parecidos? “Chama antes e combina o jogo”, diz ele.

2. Respeite as regras: no filme, Lincoln resiste a dar dinheiro aos congressistas do partido Democrata, mas aceita dar empregos para que eles votem a favor da emenda abolicionista. Um presidente (ou ex-presidente) pode até sobreviver a um escândalo como esses. Mas uma atitude destas pode significar a morte de uma empresa.

3. Cuidado para não virar um ditador: símbolo da recém-conquistada democracia nos EUA, Lincoln chega a ser apontado como um ditador por insistir na luta pela abolição, enquanto adia o fim da guerra, o que implica um número maior de morte de civis. Reis compara Lincoln com o personagem do Mito da Caverna, de Platão. Na parábola, os homens moram em uma caverna e só conhecem o mundo por sombras. Um dos acorrentados foge, vê as coisas como elas são e volta para contar, mas acaba morto por seus companheiros. “Todo indivíduo que se sobressai na sociedade tem de fazer uma escolha. Geralmente ele escolhe algo que ninguém vê. E daí tem que dizer a que veio. O líder não pode ficar em cima do muro. Tem que escolher um lado e pular.”

4. Tenha visão e comprometa-se:em uma coisa os especialistas são unânimes. Lincoln é considerado um líder visionário e comprometido. Para Eliana Dutra, diretora executiva da Pro-Fit Coaching, ele tinha a capacidade de criar uma visão inspiradora e de explicar suas decisões com base racional, cobrindo tudo com um molho de humanidade. “Um líder paupável, mais próximo ao interlocutor.” Na opinião de Homero Reis, Lincoln era capaz de estar comprometido com as questões de seu tempo, sabia cultivar sua rede de relacionamento e tinha bom humor. “Dentro das organizações, esses são os líderes mais valiosos.”

5. Delegue: ele deixa espaço para sua equipe ir a campo. Mostra confiança, oferece segurança, monitora e intercede se necessário. O acordo com os democratas é todo feito pelo secretário de Estado e sua equipe.

6. Oriente. Sempre: além de delegar, o ex-presidente se reúne frequentemente com os liderados para averiguar resultados alcançados e mostrar o caminho para atingir a meta.
7. Compartilhe o poder: Lincoln incentivava sua equipe a assumir responsabilidades, gerando maturidade profissional. “Isso dá segurança e capacidade de resolução de problemas, mesmo diante de situações críticas”, diz Van.

8. Recheie seu discurso com empatia: grande parte do poder de oratória de Lincoln está no fato de ele conseguir mapear o interlocutor e, por meio de suas histórias, criar um link emocional (ou racional) com ele. Um bom exemplo é a cena em que Lincoln conversa com um operador de telégrafo. Primeiro ele pergunta sua profissão. Ao saber que o personagem havia se formado em engenharia, cita uma teoria de Euclides para falar sobre igualdade.

9. Foque na solução: todas as probabilidades estavam contra Lincoln. O ex-presidente não tinha o apoio do Congresso para a aprovação da emenda abolicionista, a guerra (seu maior argumento para acabar com a escravidão) estava para acabar e a maioria da população norteamericana não queria o fim da escravatura. Em vez de se sentir paralisado pelas dificuldades, o ex-presidente gastava sua energia encontrando soluções para cada uma dessas questões.

10. Cuide do seu equilíbrio emocional: apesar se ser um líder querido, Lincoln foi questionado por muitos de seus liderados. A primeira reação de qualquer ser humano frente a uma crítica é sentir raiva. “Quando você tem uma visão muito firme, o primeiro impulso é querer impor. ‘Como assim vocês não estão enxergando?’ Ele percebe que se não entrasse no mundo das pessoas e entendesse como elas pensavam, não conseguiria adesão. As pessoas pecam na falta desse equilíbrio emocional”, diz Van.

11. Vença sua batalha interna: administrar os republicanos, conquistar o voto dos democratas, convencer seus liderados sobre seus ideais e ainda lidar com os dramas familiares, definitivamente, não é para os fracos. Todo líder passa por esse dilema. Os bons líderes conseguem gerenciar todas essas questões ao mesmo tempo, sem cair na insegurança – o que acaba levando a decisões equivocadas.

12. Tenha a coragem de mudar de ideia: em uma cena, Lincoln mostra seu único momento de hesitação. Ele está prestes a ceder e terminar a guerra, mesmo sem a aprovação da emenda abolicionista. Chega a ditar a mensagem ao operador de telégrafo, mas muda de ideia. “O ser humano que não tem dúvidas está se enganando. Não justifico o líder que senta em cima das decisões e nunca define nada. Mas aquela coisa rígida de ‘eu tenho sempre razão’ é ruim e não é crível”, diz Eliana. Por mais que o líder acredite em algo, aquele é só um lado da verdade.

13. Não seja ingênuo: mesmo o mais querido líder das corporações nunca será uma unanimidade. Mas, no fim do dia, ele precisa ter mais seguidores que inimigos. Para tanto, use e abuse da diplomacia. “Há sempre o risco da demissão ou de ser colocado de lado. É um jogo, no qual é preciso medir as consequências. Os inimigos que não vão gostar do resultado são maiores ou menores que os beneficiados?”, questiona Van. Reis completa: “todos nós temos pessoas que jogam contra. Todos nós temos pessoas que nos seguem. É preciso conviver com isso com sabedoria.” Já para Eliana, ter mais seguidores que inimigos é fundamental para a sobrevivência do executivo. “O líder que não tem seguidores é só um sujeito dando um passeio.”

Fonte: Revista Época

9 de abril de 2013

O que os profissionais de sucesso fazem aos fins de semana

O site da revista Forbes conversou com a autora do livro What Most Successful People Do on the Weekend (O que as pessoas de mais sucesso fazem nos fins de semana, em tradução livre), Laura Vanderkam, e outros especialistas, e listou 14 atitudes retratadas comumente por profissionais que atingiram boas colocações no mercado. Confira:

1. Separe tempo para a família e aos amigos
Esse item é especialmente importante para aqueles que não gastam muito tempo com as pessoas que gostam ao longo da semana

2. Exercite-se
Todos precisam fazer atividades físicas e se não é possível fazer isso durante a semana, é preciso estar ativo aos finais de semana - também é uma oportunidade para limpar a mente e criar ideias novas. Não deixa de ser uma oportunidade de fazer amigos e de criar relacionamentos com pessoas que gostam das mesmas atividades que você.

3. Busque uma paixão
Pessoas que obtêm sucesso na carreira separam tempo para o que é importante e para a diversão; eles criam espaços para atividades que trazem equilíbrio para suas vidas.

4. Tire férias
"Fugir" aos finais de semana proporciona um ótimo refúgio da rotina de uma semana intensa de trabalho.

5. Desconectar-se
Evitar emails aos finais de semana é essencial, se não for possível ao longo de dois dias, a dica é tirar alguns períodos de sábado e domingo para não ficar perto do celular ou do computador.

6. Ser um voluntário
Trabalho voluntário proporciona um equilíbrio entre o trabalho de análise pesada do dia a dia, por exemplo, e pode proporcionar criatividade aos envolvidos.

7. Evite tarefas
Em todo final de semana, há atividades que precisam ser feitas, mas a ideia é fazer o mínimo possível delas

8. Planeje
Planejamento torna as pessoas mais eficazes e fazer isso antes de a semana começar significa que será possível dar direções claras para pessoas que trabalham com e para você . Outra dica é fazer planejamentos mensais e anuais para não ficar preso em problemas menores.

9. Socialize
Seres humanos são seres sociais e estudos mostram que a felicidade está relacionada ao contato com outras pessoas.

10. Tenha um hobby
Jardinagem, artesanato, jogos, esportes, cozinhar, atividades culturais. Essas atividades são importantes para pessoas que ficam "presas" em escritórios durante a semana, uma maneira de "reciclar a mente".

11. Rede de contatos
Fazer networking não é algo pontual das pessoas de sucesso, é um jeito de levar a vida. Ou seja, onde quer que você vá, é importante entrar em contato com pessoas novas.

12. Reflita
Pessoas de sucesso tiram o final de semana para refletir e apreciar o que eles conseguiram e atingiram e na felicidade que isso lhes traz. É o momento de ser mais introspectivo sobre questões importantes.

13. Medite
É uma forma de se observar e ter paz interna.

14. Recarregue
O mundo competitivo de hoje pede que o corpo recarregue as baterias e, para isso, é preciso usar o tempo precioso livre com coisas que realmente importem.

Fonte: Terra

27 de fevereiro de 2013

Conselhos de Nizan Guanaes

Nizan Guanaes já trocou a Bahia por São Paulo, perdeu mais de 50 quilos, construiu o Grupo ABC, que tem faturamento de R$ 1 bilhão por ano e de maneira inteligente troca invariavelmente de opinião quando julga necessário. Ao invés de temer, como muitos, esse processo de mudança, Nizan encara o efeito “camaleão” como algo positivo e absolutamente essencial para o sucesso que obteve em sua longa carreira como publicitário. Por essas e outras, ele é referência e inspiração para profissionais de todos os segmentos, sobretudo para o trade publicitário. Confira agora alguns conselhos do publicitário sobre algumas questões específicas em entrevista para a Revista Alfa:

Sobre marketing pessoal

“Acho um negócio forçado. Parece um monte de passinhos que você precisa dar para fazer sucesso e não servem para nada. Todo mundo respeita as pessoas que perseguem os seus sonhos. Conquista-los é um excelente marketing pessoal e provoca admiração”

Sobre o ato de errar

“Se você se posiciona como infalível, o que é coisa de maluco, ou dizer bobagens, vai ser cobrado no mesmo instante.”

Sobre a propaganda

“O que não pode ser é mentirosa. Se antes mentir era falta de talento, agora é falta de juízo. Estamos em uma sociedade aberta.

Sobre a África Zero

“Faço tudo o que o cliente pediu, só que do meu jeito. É uma agência instransigente em relação à possibilidade de abrir mão da criação.”

Sobre o momento patriótico

“Vi o povo brasileiro e suas conquistas, o que é um prazer. É o povo se realizando. Antes, muita gente olhava aquela coisa cheia de riqueza, que é o Brasil, e não usufruía nada.”

Sobre ouvir e aprender

“Vivo muito das ideias dos outros. Algumas das minhas melhores ideias, talvez a maioria, não eram minhas. Foi o garçom que me disse, minha mãe, meu irmão. Ouço e faço.”

28 de janeiro de 2013

Walt Disney: o homem que virou negócio

Nascido em Chicago, na alvorada do século XX, Walt Elias Disney saiu de casa cedo. Aos 16 anos, durante a 1ª Guerra Mundial, tentou se alistar ao exército norte-americano, mas foi barrado, por ainda ser menor de idade. Mesmo assim, conseguiu uma vaga na Cruz Vermelha, através da qual trabalhou na França, dirigindo ambulâncias.

No entanto, por incrível que pareça, a grande reviravolta da sua vida não foi deixar o lar e estar em meio a um dos conflitos mais sangrentos da história. A entrada no mundo da arte na volta aos Estados Unidos foi a mudança de percurso que, de fato, revolucionou sua vida.

Com a pequena produtora Laugh-O-Gram, que montou com o irmão Roy e o amigo Ub Iwerks, Disney começou a fazer animações de contos de fada, que eram exibidas na abertura dos filmes do cinema local. Nos anos seguintes capitaneou diversas transações e, mesmo entre prejuízos e calotes que sofreu, conseguiu lançar no mercado sua mais célebre criação: o Mikey Mouse.

Depois do lançamento do simpático camundongo, diversos personagens foram sendo incorporados à hoje bem extensa lista de figuras conhecidas da Walt Disney Company, como a Minnie, o Pato Donald e o Pluto. Além disso, ainda em vida, o empreendedor viu pronto o seu primeiro parque temático, a Disneylândia de Anaheim, na Califórnia.

Essa história de sucessos foi permeada também por diversas polêmicas, entre fatos históricos e boatos até hoje não comprovados. A mais conhecida delas é a que associa Disney à caçada anticomunista na época que ficou conhecida como macarthismo.

Vários relatos dão conta de que Disney delatou artistas de Hollywood à chamada "Comissão das Atividades Antiamericanas". Segundo o pesquisador Álvaro de Moya, autor de uma das inúmeras biografias do empreendedor, tudo começou "quando funcionários de seu estúdio entraram em greve por causa dos baixos salários". De acordo com o pesquisador, a mobilização teria sido arquitetada por um ativista ligado a uma organização socialista, o que despertou a ódio do empreendedor por tudo ligado aos ideais marxistas.

Nesses mesmos anos 1940, Walt Disney esteve no Brasil contribuindo para os esforços dos EUA no sentido de conseguir aliados durante a Segunda Guerra Mundial, o que ficou conhecido como "Política da boa vizinhança". Foi nessa época que o malandro Zé Carioca foi criado.

Entre sua ação política e a inventividade que o tornaram um dos mais aclamados gênios da nossa história recente, o fato é que – mesmo décadas depois da sua morte – Disney continua muito vivo. Na verdade, tão vivo que alguns fanáticos vão mais longe e acreditam nessa existência de forma quase literal. A lenda que ficou conhecida como "O congelamento de Walt Disney" dá conta de que o corpo do empreendedor foi congelado numa clínica de criogenia humana (técnica que mantém cadáveres intactos com o fim de ressuscitá-los um dia) à espera do momento em que – finalmente – a ciência será capaz de colocar sua genialidade de volta no mundo.

Para a história oficial, Disney morreu em dezembro de 1966, em Los Angeles.

8 de janeiro de 2013

Bill Gates e o mundo dos negócios

Você pode ter 15, 30, 40 ou 60 anos. A verdade é que, independente da sua idade ou geração, em algum momento você já utilizou algum produto ou software da Microsoft. O texto escrito no Word, a planilha salva no Excel, o bate papo no MSN.

Para você ter ideia, a gigante da tecnologia e informática é a detentora da maior fatia de computadores espalhados no mundo. A cada 10 pessoas, pelo menos sete usam o sistema operacional criado pela empresa, o que reforça o slogan da Companhia: "um computador em cada mesa e em cada lar". Sem falar em serviços on-line, venda de licenças, produção de eletrônicos, entre outros.

Se o alcance da Microsoft tem uma proporção difícil de mensurar, tudo isso foi possível pelo visionário Bill Gates. Aos 16 anos, ele já tinha um negócio e mostrava ter uma característica que o acompanharia até hoje: ser um empreendedor-nato. A Microsoft surgiu quando ele ainda estudava na Harvard e decidiu seguir sua vocação para os negócios ao abrir a empresa com Paul Allen, um amigo de infância.

O crescimento da Microsoft foi tão rápido quanto implacável. Todo esse sucesso fez com que Gates ficasse classificado regularmente como a pessoa mais rica do mundo, posição ocupada por ele de 1995 a 2007, e em 2009.

Gates, assim como a Microsoft, se transformou em um ícone muito odiado por alguns e amado por outros. No entanto, à frente da Microsoft, deixou um legado que ultrapassa a barreira tecnológica e atinge um modelo singular de administrar uma empresa. Confira cinco lições dele para gerir um negócio:

1 - Fale a linguagem
Gates falava a linguagem dos programadores. Isso é um de seus triunfos como líder. Conversar com colegas técnicos fornece-lhe um canal aberto de comunicação que permite inspirar os empregadores da Microsoft a voar cada vez mais alto.

2 - Esteja no lugar certo na hora certa
Uma crítica frequente feita à Microsoft é que a companhia não é uma grande inovadora e que, ao contrário, apenas rouba ideias dos outros. Contudo, o que a companhia faz bem é reconhecer o potencial das ideias e comercializá-las. Gates sempre estava antenado em tudo que acontecia ao seu redor para poder aproveitar uma oportunidade, potencializá-lo e alavancar o negócio.

3 - Contrate gente muito inteligente
"Gente com alto QI" é uma expressão da Microsoft utilizada para designar as pessoas muito brilhantes. Desde o início, Gates sempre procurou as melhores mentes. Ele sabia que ter uma equipe vencedora seria fundamental para obter sucesso, ou seja, ele buscava sempre o melhor time ao seu lado.

4 - Mantenha a sensação de uma companhia pequena
No início da evolução da Microsoft, Gates chegou à conclusão de que o melhor software era criado por pequenos grupos de desenvolvedores. A ideia dele sempre foi valorizar cada equipe para que rendessem mais. "Mesmo que sejamos uma grande companhia", dizia, "não podemos pensar desse modo ou estaremos mortos".

5 - Seja apaixonado pelo que faz
A paixão pela Microsoft e por cada serviço e produto criado estiveram presente durante a trajetória de Bill Gates à frente da Microsoft. Esse foi um dos grandes combustíveis para que a companhia conseguisse manter tanto tempo como uma das empresas líderes da tecnologia.

Informações: administradores.com

6 de dezembro de 2012

Oscar Niemeyer: um gênio que fez história

O arquiteto brasileiro Oscar Niemeyer, que faleceu nesta quarta-feira (5) aos 104 anos, foi um dos profissionais mais premiados e influentes do mundo.

Ao longo de sua vida, assinou cerca de 500 obras nas principais cidades brasileiras e em países como Líbano, Alemanha, Inglaterra, Espanha, Israel e Itália. Recebeu diversos prêmios, entre eles o Prêmio Pritzker de Arquitetura, Prêmio Unesco, na categoria Cultura, Royal Gold Medal do Royal Institute of British Architects, Prêmio Leão de Ouro da Bienal de Veneza e Medalha de Ouro da Academia de Arquitetura de Paris.

História e projetos

Entre as principais obras do arquiteto no Brasil estão o plano piloto de Brasília, o conjunto arquitetônico da Pampulha, em Belo Horizonte, o edifício Copan e os prédios do Parque do Ibirapuera, em São Paulo, e o sambódromo da Avenida Marquês de Sapucaí, palco do carnaval do Rio de Janeiro. Além destes, projetou o museu que leva o seu nome, em Curitiba (PR), também conhecido como Museu do Olho.

No mundo, ele é responsável pelo projeto do Pestana Casino Park, em Portugal, da sede do Partido Comunista Francês e do edifício da Editora Mondadori, na Itália.

Niemeyer não parou de trabalhar até os últimos dias de vida. Ao lado de sua equipe de 20 pessoas, capitaneada pelo companheiro de trabalho desde 1975 Jair Valera, ele tocava inúmeros projetos no Brasil e no mundo. A ele cabia a criação e a equipe desenvolvia o projeto em seus detalhes. Entre os projetos em andamento, existem obras no Brasil e no exterior: uma universidade, uma igreja, uma vinícola, um centro cultural, uma revista trimestral que já está em sua 11ª edição e um livro, centrado em museus e centros culturais que ele criou pelo mundo.

Como tudo começou...

Oscar Ribeiro de Almeida de Niemeyer Soares Filho nasceu no bairro das Laranjeiras, na Zona Sul do Rio de Janeiro, no dia 15 de dezembro de 1907. Apaixonado por futebol e pelo Fluminense, Niemeyer chegou a jogar no time juvenil do clube de Laranjeiras. Formou-se em arquitetura e engenharia em 1934, pela Escola Nacional de Belas Artes, e seu primeiro projeto individual foi o edifício Obra do Berço, no Rio, em 1937.


26 de novembro de 2012

Lições de liderança de Barak Obama

Por todo o mundo, milhões de pessoas se perguntam o tempo todo: "Como ele conseguiu?" Como um jovem advogado afro-americano conseguiu ser nomeado o candidato do Partido Democrata e, depois, ser eleito presidente dos Estados Unidos? Não foi sorte. A autora Shel Leanne organizou e apresenta em um novo lançamento da editora Leya as lições de Barack Obama, um dos líderes mundiais mais carismáticos de nosso tempo. Suas campanhas presidenciais ficaram marcadas pela incrível capacidade em lidar com diferentes tipos de mídias, incluindo redes sociais.

Todos os grandes líderes sempre estão de olhos abertos a novas perspectivas que não apenas os mantêm no topo, mas inspiram também seus seguidores a, como a campanha de Obama gostava de dizer, ficarem "ligados". Em Liderança Segundo Barack Obama, a autora mostra lições tiradas da histórica carreira do 44º presidente estadunidense, que podem ser aplicadas tanto a metas pessoais quanto profissionais:

- Defina e articule seu objetivo;

- Transmita segurança e preocupe-se em passar uma impressão sempre positiva;

- Construa, guie e fortaleça uma equipe vencedora, que sustente seus ideais e suas metas;

- Encontre e motive grupos que se identifiquem, abracem e ajudem a espalhar sua mensagem;

- Enfrente – e supere – desafios com dignidade e confiança.

Quem sabe essas dicas não podem te ajudar a gerir melhor o seu negócio?!

 
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