30 de outubro de 2014

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29 de agosto de 2014

Conheça o Modelo Canvas de gestão empresarial

Certamente você já ouviu falar de “Canvas”, mas, provavelmente, no contexto Modelo de Negócio, como criado e promovido como inovação pelo suíço Alexander Osterwalder, sob o nome Business Model Generation – BMG (Criação de Modelo de Negócio) – sucesso entre empreendedores e empresas de ponta.

Mas é possível adaptar as lições do Modelo Canvas para auxilixar na gestão do dia-a-dia de uma empresa existente. Um dos maiores problemas para os gestores vem sendo a excessiva ocupação com as operações do dia a dia, ou seja, menos orientada para a gestão executiva – voltada para resultado. Então, por que não facilitar sua carreira gerencial e dar um impulso à inovação na gestão empresarial?

A pergunta aqui não é “Qual é o seu modelo de negócio?” e sim: “Qual é o seu modelo de Gestão?”

Nesse caso, enfocar a inovação de produtos não basta mais. Se você olhar apenas o produto do concorrente, mais cedo ou mais tarde , você será igual a ele. Organizações bem sucedidas costumam desafiar a competitividade da sua gestão empresarial. A ferramenta Modelo de Gestão – Canvas facilita desenhar, criar, avaliar ou revisar Modelos de Gestão, de forma sistemática.

O CANVAS pode ser utilizado em qualquer empreendimento, em qualquer segmento, de qualquer porte. Conheça alguns dos benefícios:

- Permite uma visão completa do que a organização deve e pode fazer;

- Estimula a equipe a remar na mesma direção: otimizar a competitividade da gestão para atrair e reter os stakeholders;

- Visualiza a organização lógica de ideias e soluções;

- Inspira e instiga na hora de envolver todos;

- É prático, colaborativo e lúdico (conceito do LEGO);

- Possibilita a unificação de entendimento e linguagem;

- Leva a resultados de impacto.

Sugiro um processo de (apenas) 6 passos para alinhar os elementos chave da gestão empresarial, a saber: Objetivo – Estratégia – Prioridades – Pessoas – Organização – Monitoramento: as seis “vigas” do seu Modelo de Gestão Empresarial.

O que fazer então para montar o seu Modelo de Gestão Empresarial – Canvas?

1 - Imprimir o quadro Canvas padrão, pré-formatado, contendo os seis blocos e seus elementos do modelo de negócios, em tamanho A 1, e fixá-lo na parede.
2 - Arrumar bloquinhos de post-its (76 mm x 102 mm) nas cores amarelo, verde, azul, rosa, e canetas.
3 – Convidar a equipe para o trabalho.
4 – Desenhar o seu Modelo de Gestão Empresarial, preenchendo, dentro da sua realidade, as seis vigas e os respectivos elementos no quadro CANVAS; para isso o grupo discute ideias e preenche os elementos em post-its com os respectivos consensos.
5 - Priorizar cada elemento conforme o peso que você atribui a cada um deles.
6 - Conectar os elementos de maior peso para indicar o caminho crítico da sua gestão empresarial.

No final de um período, a ser definido por você ou pela equipe, torna-se fácil realizar uma avaliação de desempenho, marcando os itens do caminho crítico conforme o resultado, usando as cores de um “semáforo”: “alarmante” em vermelho, “crítico” em amarelo, “tudo bem” em verde.

Assim, você acaba de identificar os itens que requerem uma ou mais ações corretivas, a serem discutidas com sua equipe. Os elementos marcados em vermelho requerem uma ou mais ações corretivas, a serem discutidas com sua equipe.

22 de agosto de 2014

Gerente de projetos é profissional cada vez mais importante no mercado

Delegar a liderança de um projeto numa empresa para um gerente especializado é uma tendência atual para manter a qualidade. Qualquer atividade que necessite de maior atenção e cuidado ou seja mais complexa pode constituir um projeto. O gerenciamento destes pode servir também como metodologia de gestão num contexto mais geral.

Pode ser entendido também como um conjunto de eventos e atividades relacionadas, que se iniciam em um momento determinado previamente, encerrando em outro momento definido anteriormente, quando se tenham completado de forma bem-sucedida as metas planejadas. O gerente de projetos é, então, a pessoa alocada pela organização executora para liderar a equipe responsável por alcançar os objetivos determinados.

O profissional é responsável pelo atendimento de necessidades: de tarefas, da equipe e individuais. É dever dele também definir, planejar, desenvolver e controlar projetos, atendendo aos requisitos de custos, prazos, qualidade e especificações estabelecidas pelas empresas. Para que um projeto seja bem montado e executado, é preciso que o responsável leve em consideração: o tempo estimado, o custo previsto, um bom nível de aceitação do cliente, as regras, procedimentos da organização e os aspectos culturais.

É importante estar antenado e seguir essa tendência de mercado. O objetivo com isso é que os projetos se tornem cada vez mais assertivos e completos.

18 de agosto de 2014

Sugestão de aplicativo: Ferramentas do Movimento Empreenda

O blog do Rui está de volta!
Após um período em "standy by" voltamos à divulgar notícias e conteúdos relevantes no mundo dos negócios. Para voltar à ativa, sugiro um novo aplicativo lançado pelo Movimento Empreenda e pela revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios. O app Ferramentas do Movimento Empreenda tem um "Funil de ideias" para um novo negócio, que permite tanto anotar as boas ideias que surgem em qualquer lugar, quanto as mais elaboradas.

A segunda ferramenta do app é a tradicional Business Model Canvas, que permite fazer um plano de negócios simplificado e direto, para avaliar a viabilidade de uma ideia. Além delas, os empreendedores também poderão usar a Análise SWOT, para apontar os pontos fortes e fracos, as oportunidades e as ameaças ao negócio.

O aplicativo está disponível para as plataformas iOS e Android, para smartphones e tablets. Vale a pena conferir!

7 de julho de 2014

É o momento de criar

Todas as pessoas têm ideias, umas mais do que outras, claro, mas a maioria não se sente motivada a participar, a contribuir com sugestões, a melhorar o dia-a-dia da empresa onde trabalha, a melhorar as relações internas e as relações com os clientes da organização sem limitar essas participações a determinados departamentos.

Quando as empresas enfrentam alguma crise ou precisam resolver algum problema, geralmente contratam consultores externos em vez de buscar soluções dentro da própria companhia. As empresas estão cheias de pessoas com excelentes ideias, só que essas ideias não são aproveitadas na prática por diversos motivos. Pode ser que a ideia seja fantástica, mas seu criador não tenha atitude, não tenha coragem de mostrá-la, ou talvez a ideia seja de um funcionário que é rejeitado pelos demais, que é excluído dentro da própria organização, pelas mais diferentes razões. Às vezes, por outro lado, a ideia é ótima, mas quem a tem não sabe apresentá-la no momento certo, da maneira certa, para a pessoa certa. Entretanto, na maioria dos casos, o principal problema está exatamente na pessoa que recebe a nova ideia.

É comum que o gerente de um setor, por exemplo, não busque nem aprove novas ideias simplesmente porque elas são capazes de mudar todo o procedimento e a maneira de executar determinadas atividades. Afinal, uma mudança geralmente implica a criação de novas regras, novas condutas, novos mecanismos, novas ações internas e externas e tudo isso dá trabalho e certamente resultará na mudança de posições ou de determinados cargos ou até mesmo em demissões.

Também existe a possibilidade de a ideia não dar certo. A maioria dos diretores e gerentes não quer ter mais trabalho nem correr o risco de assumir a responsabilidade por uma mudança, mesmo que esta seja para facilitar sua própria vida, eliminar entraves, motivar as pessoas do departamento, aumentar a produtividade da empresa, ampliar sua visibilidade e contribuir para que ele cresça na organização.

Para melhor, é preciso entender a situação! Mais do que nunca, as empresas e organizações têm que olhar para os problemas de forma diferente, têm que recriar conceitos, têm que remodelar a visão das coisas, das situações, dos ambientes, dos objetivos das empresas, das próprias pessoas. Não temos que reinventar a asa, claro, mas, sim, novas maneiras de voar.

25 de junho de 2014

Comece um novo negócio!

"A chave do sucesso é despertar a própria energia, pois atrairá as pessoas até você. E, quando elas aparecerem, fature". (Stuart Wilde)

1° razão: Qual a importância de sua ideia para a sociedade? Crie um significado para seu produto ou serviço e terá uma vantagem tremenda na trilha do sucesso.
Este ponto não significa dinheiro, poder e nem prestigio, mas tem a ver com estes significados:
-Tornar o mundo melhor;
-Elevar a qualidade de vida;
-Consertar algo muito errado.

2° razão :Crie um lema. Qual o significado vê a sua organização construir?
Um lema deve ser curto e satisfatório, pode ser que nunca precise escrever ou divulgar seu lema, pois ele serve de diretriz para o que fazem no trabalho.

3° razão: Toque o barco. Construa um protótipo de seu produto ou ofereça seu serviço, lembre-se ninguém faz sucesso só planejando. Já deve estar vendendo- e não montando estrategia de vendas. não fique só testando, ao invés disso, use seu protótipo como pesquisa de mercado, não espere situações ideais quando tiver todas a informações que precisa, pois o mercado vai ignorá-lo.

4° razão: Definir um modelo de negócio.
Seja bem especifico ao descrever seus clientes, tenha a meta de atender um mercado específico até quando atingir um porte grande para se voltar a outros mercados. Copie um modelo de negócio já existente e tente inovar em tecnologia, mercado e clientes. Busque estabelecer uma relação entre seu modelo de negócio e alguém que já fez sucesso.

5° razão: Marcos, assunções e tarefas.
- Marcos: concentre suas atenções nestes sete pontos, eles se encaixam em qualquer tipo de empresa.
*Comprovar sua concepção;
*Gerar especificações completas do projeto;
*Concluir um protótipo;
*Levantar capital;
*Equilibrar receitas e despesas.

-Assunções: em segundo lugar, crie uma lista abrangente das sua principais assunções. Acompanhe sempre as assunções e quando elas se revelarem falsas, reaja na mesma hora. Estabelecer uma conexão entre as assunções e aos sete pontos já tratados, assim quando os atingir poderá testar um assunção. Entre elas alguns exemplos:
*Medições de desempenho do produto ou serviço;
*Dimensões do mercado;
*Margem do lucro bruto;
*Numero de vendas por vendedor;
*Taxa de converterão de clientes em perspectivas em clientes;
*Ciclo de contas a pagar e contas a receber;

-Tarefas: crie uma lista das principais tarefas necessárias para projeta, fabricar, vender, enviar e dar assistência técnica ao seu produto ou serviço. São pontos necessários para se montar uma empresa, mas não os fundamentais como os sete pontos de referencia. Eles incluem:
*Alugar um espaço para o escritório;
*Encontrar vendedores-chave;
*Montar sistemas de contabilidade e folha de pagamento;
*Arquivar documentos;
*Contratar seguros.

Esta lista tem por objetivo entender e avaliar a totalidade do que a empresa deve realizar para não deixar nada passar despercebido.

23 de junho de 2014

Os 5S da Copa do Mundo

Estamos em clima de Copa do mundo e muitos, mesmo com os problemas enfrentados, estão torcendo para que Brasil seja campeão. Essa copa também, com certeza, será marcada por incontáveis situações externas. E uma chamou muito a atenção da mídia e de nós brasileiros aconteceu no jogo Japão e Costa do Marfim, quando no fim do jogo a torcida japonesa recolheu todo o lixo que gerou no estádio.

A verdade é que disciplina do povo japonês sempre foi conhecida em todo mundo, principalmente no mundo corporativo. Para quem estuda Administração sabe que foram os japoneses os criadores do sistema 5S que vem sendo aplicado em organizações no mundo todo. No Brasil já existem empresas que estão tentando adotar isso no dia a dia.

O programa 5S são técnicas utilizadas para criar bom senso na base organizacional através da mobilização, conscientização e motivação dos funcionários para a qualidade total através da organização e disciplina dentro da empresa. Essas técnicas são aplicadas no Japão não só nas empresas como na vida pessoal. Seria muito bom se o mundo começasse a levar essas técnicas a sério em suas vidas.

Para quem ainda não conhece essa técnica abaixo seguem os conceitos de todas as táticas do programa 5S.

Seiri: Senso de utilização. É a pratica de verificar todas as ferramentas, materiais e etc. na área de trabalho. Devem-se manter somente os itens essenciais para o trabalho que está sendo realizado. Tudo o mais é guardado ou descartado.

Seiton: Senso de ordenação. É a necessidade de um espaço organizado. Refere-se à disposição das ferramentas e equipamentos em uma ordem que permita o fluxo do trabalho. Ferramentas e equipamentos deverão ser deixados nos lugares onde serão posteriormente usados.

Seisō: Senso de limpeza. É a necessidade de manter o mais limpo possível o espaço de trabalho. A limpeza, nas empresas japonesas, é uma atividade diária. Ao fim de cada dia de trabalho, o ambiente é limpo e tudo é recolocado em seus lugares, tornando fácil saber o que vai aonde, e saber onde está aquilo o que é essencial. Foi exatamente o que aconteceu no jogo da copa.

Seiketsu: Senso de Normalização. Criar normas e sistemáticas em que todos devem cumprir. Tudo deve ser devidamente documentado. A gestão visual é fundamental para fácil entendimento de cada norma.

Shitsuke: Senso de autodisciplina ou hábito, costume. Refere-se à manutenção e revisão dos padrões. Uma vez que os 4 Ss anteriores tenham sido estabelecidos, transformam-se numa nova maneira de trabalhar, não permitindo um regresso às antigas práticas. Entretanto, quando surge uma nova melhoria, ou uma nova ferramenta de trabalho, ou a decisão de implantação de novas práticas, pode ser aconselhável a revisão dos quatro princípios anteriores.

Gostou dos 5S? Que tal além de aplicar na organização seguir o grande exemplo da torcida japonesa e aplicar os 5S na sua vida?

18 de junho de 2014

O que levar em conta antes de abrir uma franquia?

Com as inúmeras opções de franquias, é natural que o profissional que deseja ter o próprio negócio tenha dúvidas de qual marca escolher. A importância de responder corretamente esta questão é mais importante do que muitos acreditam e pode, caso a opção seja errônea e afete o desempenho da empresa, colocar a carreira do empreendedor em risco.

Após um eventual fracasso, muitos profissionais se desestimulam do sonho de trabalhar em um negócio próprio e decidem voltar para as carreiras que construíram por anos em setores privados. A segurança de voltar a ser assalariado, para alguns, é o que acentua este retorno à vida corporativa.

Algumas preciosas questões podem ajudar o empreendedor a evitar que o investimento seja em vão, ou, ainda, em um setor que não esteja de acordo com seu perfil profissional:

1. Qual o negócio que cabe no meu bolso e quais marcas possuem potencial de crescimento no atual momento?
2. Qual o segmento que poderá se adequar melhor ao meu estilo de profissional e às minhas expectativas?
3. Quais as perguntas que devo fazer para conhecer as barreiras, os riscos e as armadilhas das oportunidades oferecidas?
4. Como me qualificar e quais cursos fazer para potencializar os resultados da franquia que desejo investir?
5. Sou novo no empreendedorismo, então, com quem poderei contar - além da franqueadora - para me ajudar a fazer um plano de negócios ou um planejamento detalhado?

Entre as inúmeras opções existentes para se investir, muitos empreendedores acabam ficando em ‘cima do muro’ e inseguros no momento de comprometer-se com uma rede. A orientação profissional pode colaborar significativamente, direcionando esses profissionais para a melhor alternativa, visto que cada perfil necessita de uma análise minuciosa e diferenciada.

Para ampliar as chances de sucesso é fundamental que o empreendedor tenha um norte e direcione da melhor maneira os investimentos. Oportunidades que até então parecem viáveis, algumas vezes, são as primeiras a serem descartadas.

16 de junho de 2014

Impostos que as empresas devem pagar

O empreendedor que sonha em ter seu negócio precisa ter noção de tudo o que envolve uma empresa. E não basta apenas ter bons fornecedores, ir atrás dos clientes e contratar mão de obra. É fundamental saber a importância que a gestão fiscal e contábil têm. Um planejamento ruim nessas áreas pode afundar um negócio. Existem no país, para empresas, 59 tributos, entre taxas, tarifas e contribuições, além de 93 obrigações acessórias. Conheça alguns impostos que são comuns a empresas de praticamente todos os setores e seus finalidades:

Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (COFINS)

São os que incidem sobre faturamento mensal da empresa. O valor da alíquota equivale a 3% para empresas tributadas com base no lucro presumido, 7,6% para lucro real e 4% para instituições financeiras e assemelhadas.

Contribuição sobre lucro líquido (CSLL)

Esta contribuição serve para pessoas jurídicas que optaram pelo lucro presumido, no qual a base de cálculo corresponde a 12% ou 32% da receita bruta da venda de bens e serviços. Já Para as pessoas jurídicas optantes pelo lucro real e o lucro contábil, a alíquota é de 9%.

Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ)

Quando falamos de imposto de renda de pessoa jurídica, temos como base o lucro real, no qual a base de cálculo é  realizada pelo lucro contábil ou presumido. A base de cálculo corresponde a um percentual aplicável sobre a receita bruta.

Instituto Nacional da Seguridade Social (INSS)

Já o INSS diferentemente dos outros tributos acima, está relacionado à folha de pagamentos. A alíquota da empresa fica entre 20% ou 15%, dependendo de cada situação.

Programa de Integração Social (PIS)

É referente ao faturamento mensal da empresa. Alíquota de 0,65% para as empresas tributadas com base no lucro presumido e 1,65% para as empresas tributadas com base no lucro real. As entidades sem fins lucrativos contribuem com 1% sobre a folha de pagamento.

Imposto sobre circulação de mercadorias e serviços (ICMS)

Operações relativas à circulação de mercadorias e dos serviços de transporte intermunicipal, interestadual e de telecomunicações, tendo em vista a alíquota geral em 18%.

Vale ressaltar que as arrecadações de tributos pertencem a órgãos federais e estaduais, recolhidos anualmente.

13 de junho de 2014

Você sabe impressionar profissionalmente?

Do ponto de vista do sucesso profissional, há duas lições importantes que podemos extrair de tudo isso. A primeira é: a intuição é uma ferramenta importantíssima. Quanto mais apurada ela for, mais bem-sucedidos seremos. Tornar a intuição mais aguçada equivale a confiar mais em si mesmo, a ouvir sua voz interior, que o conecta a seus instintos mais profundos.

A segunda lição nos ensina que as primeiras impressões podem estar erradas, mas elas deixam sua marca, mesmo assim. Portanto, não perca tempo tentando provar a uma pessoa que ela se enganou a seu respeito. Em vez disso, preocupe-se em causar uma boa impressão desde o início.

Poucas coisas são mais difíceis e desgastantes do que tentar convencer alguém de que a primeira impressão dela a seu respeito estava errada. E há um bom motivo para isso. Diversos estudos indicam que as impressões iniciais são muito mais poderosas do que poderíamos imaginar, pois estão ligadas a um mecanismo de defesa e proteção que o ser humano desenvolveu para que pudesse sobreviver como espécie.

Assim, em vez de tentar lutar contra isso, uma pessoa orientada para o sucesso preocupa-se em causar uma boa impressão logo de cara. Mesmo porque, às vezes, essa impressão inicial que alguém registra a seu respeito pode ser sua única chance. Como você poderia convencer um funcionário de recursos humanos – que, por algum motivo, teve uma impressão desfavorável a seu respeito durante uma entrevista para emprego – de que ele está errado e que você é a pessoa certa para o cargo? Ou como convencer um investidor que não simpatizou com você de que o seu projeto é excelente?

9 de junho de 2014

Aplicativos criados para a Copa do Mundo

Clima de tensão no ar. Falta pouco para o início da Copa do Mundo no Brasil. Todos nós sabemos que a competição movimenta os negócios e isso vai além do que imaginamos. Até aplicativos estão sendo desenvolvidos para facilitar questões relacionadas ao mundial. Confira: 

Melhores caminhos

O Banco Volkswagen lançou o Smart Traffic, aplicativo para smartphones que vai indicar os melhores caminhos e facilitar a vida dos usuários que trafegam por regiões movimentadas ou desconhecidas. Com download gratuito, que poderá ser feito pela Apple Store, Play Store e por meio de um atalho no site do Banco, o programa opera nos sistemas IOS e Android.

Aproveitando o grande fluxo de turistas que virão para a Copa do Mundo, um dos principais diferenciais da ferramenta é apontar a localização de todos os estádios que sediarão jogos do mundial, sugerindo as melhores rotas até eles. Por isso, foi desenvolvido em três idiomas (português, inglês e espanhol), e está disponível também no Reino Unido e no México, para que os torcedores locais já se preparem, antes mesmo de desembarcar no país.

Fuja de crimes, acidentes e manifestações

Preocupados com questões relativas à segurança pública, os empreendedores Josué Alencar e Efrem Filho lançaram o Liga, aplicativo que funciona não apenas para reportar ocorrências de criminalidade, mas também como uma rede social em que é possível saber se amigos e familiares estão correndo algum tipo de risco. Criadores apostam na ferramenta como aliada dos torcedores durante a Copa.

O aplicativo é colaborativo. O cidadão tem muito a contribuir para a melhoria da sua sociedade e com total poder, pois, ele faz parte da sociedade e está envolvido diretamente com a mesma. No Liga há a possibilidade de reportar e anexar fotos da ocorrência apenas no momento em que o fato está ocorrendo. Temos uma experiência de usuário diferente, cujo caráter colaborativo enriquecerá e tornará todas as informações relevantes.

4 de junho de 2014

É a SUA hora de crescer na carreira

Você é capaz de construir algo grande, relevante e que impacte multidões. Não aceite ser enquadrado como um a mais na multidão, um número dentro da estatística ou uma peça sem individualidade dentro da coletividade. Não permita que troquem seu protagonismo por vitimismos ou coitadismos.

Você não precisa de QI, de “paitrocínio” e sequer do Estado para cumprir sua missão em sua existência e tornar-se respeitado, contrariando a lógica a fim de provar que sim, é possível.

Se alguém disser que é fácil conseguir esta façanha, está mentindo. Mas se alguém afirmar que é impossível, é um ladrão de sonhos. A certeza de que é possível basta pra quem está verdadeiramente decidido a fazer história.

Você é resultado daquilo que acredita e adotou como sua filosofia de vida. Ou você assume o controle de sua história ou será manipulado por oportunistas, obcecados por controlá-lo.

Desse jeito, não vai realizar o que sonhou e vai passar a vida esperando por promessas não cumpridas daqueles que somente estão interessados em se perpetuar no poder.

Pare de esperar. Faça sua história acontecer. É com você e mais ninguém!

2 de junho de 2014

Como montar um planejamento para abrir uma empresa

Um bom planejamento é uma das ações mais importantes para garantir a estabilidade financeira do negócio. Segundo estudo do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), a falta de planejamento e desconhecimento do mercado são os principais fatores para falência ou estagnação de 41,64% das micro e pequenas empresas.

A falta de planejamento influencia e muito nesses números. As empresas estão se interessando por planejamento, mas ainda não é absoluto. Em muitos casos, falta profundidade. Segundo pesquisa realizada pelo Sebrae e Fundação Nacional de Qualidade (FNQ), 62,6% dos empresários entrevistados revelam que fazem planejamento estratégico. 1.163 empresas responderam as perguntas.

Veja abaixo dicas para montar um planejamento eficaz:

1. Estude o mercado para saber onde está se colocando. 

2. Faça três previsões para o futuro de sua empresa: uma otimista, uma realista e uma pessimista. Planeje maneiras de modificar estas situações. 

3. Desenvolva um plano de negócios, isto proporciona uma reflexão sobre a empresa. 

4. Revise seu planejamento constantemente para ver se está funcionando da maneira como pensou. 

5. Lembre-se que planejamento é uma linha mestre, mas não é o dono da verdade. Planejamento tem que ter flexibilidade, se adapte às situações inesperadas.

30 de maio de 2014

Google divulga relatório demográfico da empresa

Um relatório demográfico do Google apresentado na última quarta-feira (28), mostra que apenas 30% dos seus funcionários são do sexo feminino. Os dados mostram também que outras minorias são pequena parte da empresa: 30% são asiáticos, 2% negros, 3% de origem hispânica e 4% de duas ou mais raças.

De acordo com o site Terra, a disparidade de homens e brancos, 70% e 61% respectivamente, é ainda maior quando os dados são analisados por áreas da empresa: apenas 21% das mulheres ocupam cargos de liderança na empresa, por exemplo.

E porquê isso acontece? De acordo com o vice-presidente sênior de operações pessoais, Laszlo Bock, existem diversas razões para o Google e outras empresas de tecnologia encontrarem problemas para recrutar e manter mulheres e minorias raciais em seus quadros.

Na área de tecnologia, 80% são homens. Nos trabalhos que não são de ordem tecnológica, o índice alcança um equilíbrio maior, com 52% de homens e 48% de mulheres. Porém as diferenças étnicas ainda são altas: 65% são brancos, 23% asiáticos; 5% apresentam duas ou mais raças; 4% hispânicos e 3% negros.

A empresa reconhece que precisa avançar e evoluir para se tornar uma empresa mais eclética e com ainda mais diferenciais. É importante observar que, nem uma empresa do tamanho do Google, está totalmente alinhada com os objetivos. O essencial é que a companhia tenha foco e saiba quais são as suas falhas. Para isso, pesquisas como essa são um bom começo. 

19 de maio de 2014

É possível aprender outro idioma sozinho?

Em poucos dias, o Brasil vai estar lotado de turistas de todos os lugares do mundo. Pelo menos essa é a nossa expectativa, não é mesmo? Todos nós podemos acabar em situações de desconforto ao não saber conversar em outro idioma e não conseguir dar informações.

Existem algumas estratégias para quem quer aprender outro idioma rapidinho. Primeiramente, é preciso ter uma ideia geral de como o idioma é construído, depois chegou a hora de fazer uma análise e escolher o que estudar primeiro com base na importância do tema e na frequência de uso. Esse passo é a “desconstrução”. É aqui que você seleciona e ordena as habilidades que quer adquirir. Você “quebra” a habilidade em pequenas partes, seleciona as mais importantes e escolhe a ordem na qual vai abordá-las. Outra dica para esse passo é adquirir um livro com frases de viagens e uma apostila de pré-vestibular.

Faça um plano sólido e se atenha a ele. Distribua os horários de estudo, marque em uma agenda quanto tempo levará estudando a parte teórica e quando fará uma conversação, em quanto tempo deseja aprender a língua, etc. Agora é a hora da execução. Use técnicas de associação para solidificar a memória, estude a gramática, e pratique diariamente. Essa última é uma parte importante na hora de aprender uma nova língua. Leia em voz alta – somente dessa forma você aperfeiçoa a pronúncia - faça uma lista das palavras mais usadas na língua (facilmente encontradas em dicionários de frequência ou em listas na internet). As conversas com nativos podem ser feitas por meio de parceiros de língua ou de professores particulares.

Está na hora de preencher o seu currículo. Vamos lá!

16 de maio de 2014

Perfeccionismo no ambiente corporativo

Após uma bateria de perguntas sobre suas antigas experiências profissionais e sua perspectiva em assumir o cargo de gerente na empresa, o recrutador resolve fazer um último questionamento ao candidato: “Se pudesse destacar um defeito em você, qual seria?”. Já com a resposta pré-formatada e à espera de ser utilizada caso essa pergunta seja feita, o entrevistado faz cara de pensativo, finge refletir por alguns segundos e dispara: “sou meio perfeccionista, gosto de fazer tudo com muita precisão, nos mínimos detalhes”.

O cenário acima é repetido quase que diariamente em entrevistas de emprego em todo o mundo. Por ser considerado um “problema leve” ou até mesmo uma característica positiva, o perfeccionismo virou a “desculpa” queridinha dos candidatos na hora de brigar por uma vaga. No entanto, ter em seu perfil o atributo de perfeccionista passa longe de ser uma virtude ou de um problema simples.

Segundo o escritor norte-americano Joseph Campbell, ela é nociva à produtividade humana: “A perfeição não leva a nada. Todo processo leva a algum tipo de desconstrução”. Tal desconstrução é resultado da busca infindável pela perfeição e, nesse processo, os perfeccionistas estão sempre insatisfeitos consigo; nunca fazem o suficiente aos seus olhos.

Quando as dúvidas a respeito da qualidade do trabalho se fazem constante e o indivíduo questiona frequentemente seu desempenho, a ponto de prejudicar a pontualidade e eficiência com rigidez e prudência em excesso, o perfeccionismo se torna um distúrbio neurótico. Dependendo dos danos ocasionados, pode até ser denominado de transtorno de personalidade obsessivo-compulsivo.

No mercado de trabalho
Tentar atingir o nível da perfeição aflige inúmeras pessoas, principalmente tratando-se de negócios. Basicamente, o que acontece com uma vítima do perfeccionismo é que ela sem estar ciente que a perfeição não existe, acha que seu trabalho está sempre aquém do almejado e acaba sacrificando todos os outros aspectos em prol de uma meta inalcançável, tornando-o um profissional, na verdade, ineficiente.

Para vencer o perfeccionismo
Para ganhar notoriedade dentro da empresa é fundamental que o indivíduo trabalhe cada elemento de sua personalidade, tendo em vista que o perfeccionismo pode levar um profissional a ficar mais distante da qualidade, em vez de o contrário. O ideal é se dedicar ao máximo a todos os projetos e fazer o melhor que pode ser feito, tomando bastante cuidado para não ser extremista e nem buscar o inatingível. Para ser bem-sucedido é preciso ter consciência do real valor do tempo e saber bem como gastá-lo.

14 de maio de 2014

Filmes que inspiram empreendedores

Uma das ferramentas de engajamento de público mais comentadas do momento é o storytelling. A força de uma história certa na mudança de comportamento das pessoas pode estar em um livro ou em um filme também. Alguns filmes não ensinam diretamente como ser empreendedor, mas mostram uma visão interessante que pode dar rumo aos negócios. Vale a pena assistir:

1. Em Boa Companhia, de Paul Weitz
O jovem publicitário Carter Duryea assume a chefia de vendas da revista Sports America, que era ocupado por um personagem mais experiente. Os dois entram em conflito, e acabam aprendendo um com o outro.

2. Gandhi, de Richard Attenborough

A trajetória de Gandhi é o pano de fundo deste filme. Ajuda a entender como as decisões de um líder são tomadas, através das perguntas que o mentor fazia.

3. Adorável Professor, de Stephen Herek

Um músico começa a dar aulas para conseguir mais dinheiro e aos poucos vai se envolvendo com os alunos. Ajuda a pensar como é estar na pele do outro.

12 de maio de 2014

Gestão mobile: Soluções para administrar empresas

Acessar informações que facilitem a gestão da sua empresa por meio de qualquer dispositivo móvel, de forma segura, atualizada, com gráficos que facilitam a interpretação a qualquer momento que você necessite. Essa possibilidade parecia um sonho há poucos anos atrás, não é mesmo? Pois hoje isso já é viável e, ao contrário do que muitos pensam, não custa caro.

Já existem no mercado soluções envolvendo sistemas de gestão empresarial (ERP) com funcionalidades disponíveis para celulares e tablets. Assim, de qualquer lugar e em qualquer hora, os gestores podem acessar informações cruciais para a tomada de decisão, como fluxo de caixa, ponto de equilíbrio, evolução das vendas, lucratividade e resultados gerais, sem precisar estar presente fisicamente na empresa.

Imagine como esta facilidade pode ajudar a gerenciar o negócio, no caso de profissionais que precisam viajar muito, se ausentam frequentemente da empresa, ou que necessitam ficar mais tempo em casa, por exemplo. A mobilidade é a verdadeira revolução que o mundo corporativo precisava, não só para otimizar o acesso às informações, como também para melhorar a qualidade de vida das pessoas, que podem, com ela, trabalhar de qualquer local, com acesso à Internet.

O investimento para isso não é alto e atualmente já está bastante acessível às pequenas empresas. Para se beneficiar disso, sugiro que o empresário esteja atento a alguns fatores, como estrutura e confiabilidade das informações apresentadas, quando estiver analisando as opções disponíveis: as informações são claras e confiáveis? Oferecem realmente os indicadores necessários para tomada de decisão? São apresentadas de forma gráfica para facilitar a interpretação? Em quais dispositivos móveis são apresentadas - Windows, IOS, Android? Estão atualizadas e disponíveis a qualquer momento de forma rápida?

Segundo a consultoria IDC, o número de empresas que vêm adotando sistemas de gestão Mobile está aumentando. De acordo com um recente levantamento, hoje, um a cada 10 dólares do orçamento de TI é direcionado para soluções móveis de ERP. A facilidade de uso e de acessibilidade no quesito custo fará este número crescer ainda mais nos próximos anos, deixando a tecnologia mais popular e acessível para todos. Mas, principalmente, ajudando nossas empresas a ficarem mais dinâmicas e competitivas.

2 de maio de 2014

Como a sustentabilidade interfere na gestão de pessoas?

A verdade é que uma coisa depende da outra. Essa relação estreita se dá porque toda transformação organizacional necessária para as mudanças de impacto na estratégia empresarial dependerá do alinhamento dos objetivos da organização com cada um dos colaboradores.

É fato que o RH é protagonista nessa discussão estratégica. Mas, além disso, há a oportunidade de ter um olhar interno para as próprias práticas, como o cuidado com o ciclo que envolve a gestão de pessoas, desde a contratação até o desligamento ou aposentadoria, com propósitos bem maiores do que simplesmente preencher vagas de emprego.

Questões como “há alguma coisa que seja realmente importante em sua vida”, “tem capacidade de servir aos outros ou de servir um propósito mais elevado” ou ainda “deseja realmente contribuir para um mundo melhor” levam o gestor a observar a capacidade das pessoas de assumir compromissos na vida real e a avaliar a maturidade do colaborador. Quando ele já tem certo grau de experiência (e não me refiro à idade), sabe quais são as causas em que realmente acredita.

O ideal não é contratar pessoas que precisam de emprego e sim as que compartilham as mesmas causas da empresa. Elas fazem em prol do que acreditam. Os objetivos, metas e indicadores devem estar carregados de significado, crença e causa que geram o salto do patamar do planejamento para a ação.

Também é uma atribuição do RH desenvolver bem o papel do líder nesse contexto. Ele deve ser a conexão para transformar aptidões coletivas em desenvolvimento de inteligências e capacidades maiores do que a soma dos talentos individuais. É necessário tempo para conseguir pensar com calma, identificar necessidades mais prementes no grupo e, assim, iniciar um programa de incentivo com recompensas de valor para a equipe.

28 de abril de 2014

Impacto da Copa nas empresas

Praticamente metade das grandes empresas do Brasil, entrevistadas em uma pesquisa feita pela EY, não sentiram nenhum impacto da Copa do Mundo 2014 nos negócios. O estudo foi feito em abril com 400 empresas que atuam no Brasil. Na ocasião, os empresários também responderam perguntas em relação às expectativas sobre o cenário econômico.

Dos executivos entrevistados, apenas 19% confiam que o PIB brasileiro deve retomar um bom ritmo de crescimento no próximo ano – em contrapartida, 68% acreditam que a previsão não deve se concretizar. Ainda sim, 77% dos empresários devem ampliar ou manter o nível de investimentos e 29% deles diz estar conseguindo manter as margens operacionais.

Mas, afinal, qual é o impacto da Copa do Mundo para o mundo dos negócios? Quem disser que não faz diferença está muito enganado. Afirmar que o mundial vai fazer toda a diferença também é um equívoco. Essa é uma oportunidade de investir no Brasil. O brasileiro tem uma forte tendência de acreditar que "a grama do vizinho é mais bonita". Nós podemos fazer com que a Copa seja uma oportunidade para alavancar negócios.

Para quem tem pequenos negócios relacionados ao turismo essa sim é a hora! É um momento que não será passageiro, pois em breve teremos as Olimpíadas, em 2016. Os profissionais devem se preparar, tanto para falar outros idiomas quanto para fazer do seu negócio uma ideia diferente e inovadora.


Informações: Revista Exame

 
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