19 de agosto de 2011

A constante busca pela realização profissional

IMAGEM: © Mario Castello/Corbis
Os profissionais estão sempre em busca da melhor empresa para trabalhar, aquela que permita a satisfação tanto pessoal quanto profissional. Nós sempre estamos em busca de um diferencial na empresa em que trabalhamos, seja um aumento ou um projeto que o estimule e contribua para o crescimento. Porém, não existe a empresa perfeita. 

Para se sentir realizado profissionalmente a dica principal é a motivação. Por isso, procure trabalhar com algo que lhe deixe feliz. Quando nós fazemos o que gostamos, a chance de nos sairmos bem é maior. O ideal é escolher crescer em conhecimento e profissionalmente e trabalhar da melhor forma possível em todas as situações. O reconhecimento e a satisfação são consequências da realização de um bom trabalho. 

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18 de agosto de 2011

Empresa e colaborador devem crescer juntos


IMAGEM: © Randy Faris/Corbis

O conceito de Desenvolvimento Humano e Organizacional (DHO) visa ressaltar a importância de trabalhar em conjunto o potencial humano e o potencial da organização.  Os colaboradores fazem parte das empresas e, consequentemente, os dois têm influência direta entre si. Se a organização evolui é porque o funcionário cresceu também.

O objetivo do DHO é que o conhecimento das pessoas esteja de acordo com as atividades realizadas no trabalho. O DHO é uma ferramenta estratégica que oferece condições necessárias para o crescimento dos colaboradores, se estes estiverem motivados, sentindo-se integrados à empresa, as funções tendem a ser desenvolvidas de melhor maneira.

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17 de agosto de 2011

Como lidar com o negócio próprio


IMAGEM: © Ansgar Photography/Corbis

Fazer seu próprio horário de trabalho, não ter que dar satisfação para ninguém e não ter um chefe para obedecer é o sonho de muitos profissionais. Porém, ser um profissional autônomo não é fácil. Seria simples se fosse apenas fazer o trabalho e gastar os lucros consigo mesmo. Mas quando o negócio é seu, depende de você manter a estrutura necessária, buscar estratégias para atrair e manter clientes e tomar decisões sobre o dinheiro arrecadado. Um negócio requer investimento para crescer. Por isso, um profissional autônomo deve, antes de tudo, ser um empreendedor.

Assim como em empresas, o profissional liberal deve fazer um planejamento sobre as finanças e sobre os serviços e produtos que serão disponibilizados. Além de ter um conhecimento mínimo sobre gerenciamento de contas e facilidade para trabalhar em equipe, já que dependendo do trabalho não é possível fazer tudo sozinho. O fundamental é que os processos sejam sempre bem definidos, o que contribui para evitar desperdícios e economiza tempo.

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16 de agosto de 2011

Marketing online amplia visibilidade


Banners, e-mails, newsletter, links patrocinados, sites de rádios, televisões e jornais são algumas das opções para divulgação através da internet. Esse é o chamado marketing online, o qual utiliza a criatividade para fazer publicidade no meio digital.

O marketing online proporcia tudo o que os gestores sempre pedem: números, mensurações e resultados. Pela internet é possível conhecer o perfil de cada cliente e medir a audiência através da quantidade e análise dos cliques, para então qualificar e customizar as campanhas.

Diante da realidade em que estamos inseridos, quem não aproveitar os recursos da internet para explorar a sua marca, serviços e produtos tende a ficar para trás no mercado competitivo. O profissional de comunicação que está atento a essa possibilidade deve fazer um planejamento para programar estratégias que atinjam o público da internet.   

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15 de agosto de 2011

O papel do conselheiro independente nas empresas familiares


IMAGEM: © Tim Garcha/Corbis
Até alguns anos atrás não se admitia que os conselheiros de empresas familiares não fossem parentes, devido à confiança deste cargo. Atualmente essa visão tem mudado. Um conselheiro independente tem outras perspectivas em relação ao trabalho da empresa. Ele auxilia na tomada de decisões, não pode mandar e definir regras, apenas ajuda os gestores a pensarem em questões importantes.

Existem algumas regras para ocupar o cargo de conselheiro independente. Ele não pode: ter vínculo com a organização, ser acionista controlador, ter grau de parentesco até segundo grau, ter sido diretor ou funcionário da organização, fornecer ou comprar serviços ou produtos da empresa e receber remuneração além dos honorários de conselheiro. O importante é saber escolher um profissional capacitado que realmente possa contribuir com as decisões.

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