28 de junho de 2013

3 inspirações para Fernando Okumura, presidente do Kekanto

Os jovens também podem encontrar muita inspiração nos clássicos. Fernando Okumura, presidente do Kekanto, é prova disso. Aos 35 anos, o executivo está à frente da rede social online de recomendações de serviços e estabelecimentos há três. Formado na conceituada Wharton School e com MBA em Administração em Stanford, ele busca boa parte de suas inspirações em exemplos do passado. Veja a seguir as três inspirações de liderença de Fernando Okumura.



Líder

“Ele é um exemplo de superação de dificuldades, coragem, ética e execução, elementos indispensáveis para quem quer empreender. Tenho ele como uma referência que inspira a minha trajetória. Roosevelt é autor de uma de minhas frases favoritas: ‘É muito melhor a ousadia por ganhos poderosos, a glória do triunfo, mesmo que intercalados por falhas,... que figurar entre os pobres de espírito que não aproveitam nem sofrem muito, porque vivem em uma penumbra cinza, sem conhecer nem a vitória tampouco o fracasso’.”


Filme

“Curto muito os clássicos do cinema, mas ultimamente muita coisa boa anda sendo produzida. Uma delas é o filme Lincoln, dirigido por Steven Spielberg e protagonizado por Daniel Day-Lewis. Recomendo que não acompanhe os 150 minutos de filme como entretenimento, mas também como uma aula de liderança bem inspiradora por meio de seus erros e acertos. Entre essas lições, a de comprometimento, empatia e foco em solução.” 

Livro 

“Uma obra que me surpreendeu positivamente e que não hesito em recomendar é ‘Sonho Grande’ escrito por Cristiane Correa. As páginas deste livro mostram as trajetórias de sucesso de Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Beto Sicupira. Juntos eles não só conquistaram o mundo, mudaram o cenário de negócios no Brasil e destaca a importância da cultura e da seleção de pessoas no sucesso das organizações.”

Fonte: Revista Exame

26 de junho de 2013

A utilização das mídias sociais na gestão de pessoas

De tempos em tempos surge uma nova rede social despertando a atenção dos internautas. A interação imediata, principal característica das mídias sociais, como SlideShare, YouTube, Twitter e Facebook, promove o compartilhamento das mais diversas opiniões e interesses no mundo virtual. De olho nas possibilidades de geração de negócios e relacionamento com esse público, as empresas realizam investimentos cada vez mais significativos em seus perfis corporativos.

As páginas organizacionais são utilizadas para interagir com fornecedores e clientes, captar recursos, promover capacitação, buscar parcerias, divulgar campanhas de marketing, além de monitorar o que é falado sobre a empresa na rede. Para os profissionais de Recursos Humanos (RH), no entanto, esses meios são importantes aliados na identificação de futuros colaboradores.

Ampliando os conceitos de gestão de recursos humanos, os especialistas em RH já utilizam canais como Linkedin, Facebook e Twitter para análise de perfis, divulgação de vagas e disseminação de conteúdos relacionados ao desenvolvimento de liderança e gestão de pessoas. Focadas no público externo, as publicações das páginas empresariais são contextualizadas para promover a identificação das pessoas com a empresa e seus valores. Tudo acompanhado e respondido de forma imediata.

O chamado recrutamento 2.0 vem sendo muito utilizado pelos gestores de recursos humanos para identificar perfis e informações que vão além do currículo tradicional. Por isso, para quem está em busca de novas oportunidades no mercado de trabalho, os canais digitais são excelentes ferramentas e servem como um cartão de visitas. Construir uma grande rede de relacionamentos e revelar características profissionais e pessoais pode garantir uma recolocação qualificada. Quem parece bem-sucedido no marketing pessoal acaba ganhando pontos com a equipe de gestão de pessoas nas organizações.

Informações: Sociedade Brasileira de Coaching

25 de junho de 2013

Oito meses após lançamento, iPad Mini chega ao Brasil

A Apple lançou o iPad Mini em outubro do ano passado. Desde então, consumidores brasileiros esperavam uma previsão de quando o aparelho chegaria ao país, com a promessa de ser mais barato e mais prático do que o seu irmão mais velho, de 9,5 polegadas. O aparelho foi lançado oficialmente no Brasil hoje (25 de junho).

O preço do modelo mais básico é R$ 1,3 mil, mas pode chegar a R$ 2,14 mil. Em geral, o valor é cerca de R$ 400 inferior ao do iPad 4ª geração, mas não tão competitivo em relação ao iPad 2 - que ainda é comercializado ao preço sugerido de R$ 1,34 mil.

O aparelho já está sendo vendido nos principais varejistas online do Brasil. Para pagamento à vista no boleto, algumas lojas oferecem 10% de desconto. Os pontos de venda das operadoras de telefonia também já começaram a vender o iPad Mini, com os preços variando de acordo com o plano selecionado.
Configurações

As dimensões do iPad Mini são de 200mm de altura, 134,7mm de largura e 7,2mm de espessura e pesa 308 gramas. A resolução da tela é de 1024x768 pixels. A câmera iSight tem resolução de 5 MP. Veja aqui todas as especificações do tablet.

21 de junho de 2013

Três coisas que aprendi com Warren Buffett - por Bill Gates

O empresário Bill Gates inaugurou sua conta no LinkedIn, onde contribuirá com textos sobre negócios. Em sua primeira postagem, o fundador da Microsoft escreveu sobre como o investidor Warren Buffett influenciou sua carreira e seu trabalho filantrópico.

Leia na íntegra a postagem:


Três coisas que aprendi com Warren Buffett

Eu quero compartilhar algumas mensagens sobre coisas que aprendi durante a minha carreira na Microsoft e na Gates Foundation (eu posto com frequência no meu blog). Mês passado, eu fui a Omaha para o encontro anual dos acionistas da Berkshire Hathaway. É sempre divertido, não apenas pelas partidas de ping-pong e o concurso de atirar jornais com Warren Buffett. Também é divertido por que eu tenho a oportunidade de aprender com Warren e saber como ele pensa.

Aqui estão três coisas que aprendi com Warren Buffett ao longo dos anos:

1. Nem tudo é sobre investir

A primeira coisa que aprendi com Warren, claro, foi sobre como pensar um investimento. Isso é natural, dado seu histórico impressionante. Infelizmente, é nesse momento em que as pessoas param e perdem o fato de que ele tem um panorama inteiro para negócios, um pensamento bastante poderoso. Por exemplo, ele fala sobre como procurar a fraqueza das empresas - é uma vantagem competitiva - e saber se essa fraqueza está encolhendo ou crescendo. Ele diz que um acionista precisa agir como se ele fosse o dono de todo o negócio, olhando para o lucro futuro e decidindo se vale a pena. E você precisa estar disposto a ignorar o mercado, mais que segui-lo, por que você quer tirar vantagem dos erros do mercado - as companhias que foram avaliadas com um preço abaixo do que realmente valem.

Eu preciso admitir que quando conheci Warren o fato de ele possuir esse panorama foi uma grande surpresa para mim. Eu o conheci em um jantar preparado pela minha mãe. No caminho, eu pensei: "Por que eu quero conhecer esse cara que trabalha com ações?" Eu pensei que ele usava apenas algumas lições de mercado - como volume, o preço mudou com o tempo - para tomar suas decisões. Mas quando começamos a conversar naquele dia, ele não me perguntou nada sobre esses assuntos. Em vez disso, ele começou a me fazer perguntas fundamentais sobre o nosso negócio. "Por que a IBM não consegue fazer o que a Microsoft faz?" Ou "Por que a Microsoft é tão lucrativa?" Foi então que eu percebi que ele tem um olhar sobre negócios bem mais profundo do que eu imaginei.

2. Use sua plataforma

Muitos líderes escrevem cartas aos seus acionistas. Mas nenhum é tão famoso pelas suas quanto Warren é pelas dele. Parte por que seu bom humor natural brilha. Outra parte por que as pessoas acham que aquilo ajudará com que elas invistam melhor (e elas têm razão). Mas também por que ele está sempre disposto a falar com franqueza e criticar coisas como opções de ações e derivativos financeiros. Ele não tem medo de assumir posições, como assumiu acerca dos impostos cobrados dos ricos, que vai contra seus próprios interesses. Warren me inspirou a escrever minhas cartas anuais sobre como a fundação funciona. Eu ainda tenho um caminho a percorrer até que fiquem boas como as de Warren, mas tem sido útil sentar uma vez ao ano para explicar os resultados que temos observado, bons e ruins.

3. Saiba o quanto seu tempo é precioso

Não importa quanto dinheiro você tem, você não comprará mais tempo. Só existem 24 horas no dia de qualquer pessoa. Warren tem um bom senso disso. Ele não preenche seu calendário de reuniões inúteis. Por outro lado, ele é bastante generoso na hora de dividir o seu tempo com as pessoas em quem ele confia. Ele dá aos mais próximos seu telefone pessoal e eles podem ligar que ele atenderá.

Apesar de Warren marcar um encontro anual com vários universitários, poucas pessoas o procuram para pedir conselhos. Eu tenho muita sorte nesse sentido: nossos diálogos são inestimáveis para mim, não apenas na Microsoft. Quando Melinda e eu lançamos a fundação, eu procurei Warren para pedir ajuda. Nós conversamos bastante sobre como a filantropia pode impactar tanto quanto o software. A maneira brilhante com que Warren observa o mundo é tão útil na hora de atacar a pobreza e doenças como é na hora de construir um negócio. Ele é único.

19 de junho de 2013

Redes Sociais modificam o perfil de manifestantes

Foto: Gazeta do Povo
De playboys a punks. De ciclistas a skatistas ou pedestres. De estudantes do ensino fundamental a universitários. Gente com e sem tatuagem. Alguns com dreadlocks, outros com mechas vermelhas ou loiro platinado. Uns de chinelo, outros de tênis. O perfil dos integrantes dos protestos que tomaram as ruas no Brasil é tão plural quanto as causas que levaram milhares às ruas. 

Em grande maioria, observa-se que são pessoas jovens, que não acompanharam outras manifestações, mas desde cedo já demonstraram insatisfação com as políticas públicas. Insatisfação com o transporte público, com a qualidade dos hospitais, com os gastos nas Copas, contra a corrupção e a PEC 37 (que pretende tirar do Ministério Público o poder de conduzir investigações criminais). 

A maioria absoluta antipática a qualquer partido político. Em meio ao povo, há até crianças, idosos e cadeirantes. Todos com cartazes e frases de protesto pintados à mão nas vestimentas e no corpo. 

A manifestação que foi estimulada através do Facebook mostra que mudou o perfil dos militantes. Esses jovens são mais críticos, mais fiscalizadores e mais antenados. Eles sabem o que querem e estão buscando chamar a atenção para trazer a mudança. 

 
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