15 de agosto de 2013

Como lidar com a sinceridade no ambiente de trabalho?

Na nossa vida pessoal, a sinceridade é requisito principal para ter um bom relacionamento, seja ele qual for. Mas e profissionalmente, a sinceridade tem o mesmo peso? Infelizmente, para alguns, ser sincero é sinônimo de dizer coisas desagradáveis para os demais. Uma estranha forma de usar a sinceridade. Algumas até consideram já ter evoluído e não acreditam que devam segurar suas opiniões e sentimentos, afinal, já “engoliram” demais. Existem também as que não conseguem se manter por muito tempo em um emprego, e suas carreiras não parecem avançar muito. Cometem, com regularidade, o chamado “sincericídio”.

Será o mundo, especialmente na esfera empresarial, contrário à sinceridade? Devemos fingir nossas emoções e sentimentos? Não criaríamos assim as condições para o cinismo, o estresse e seus desdobramentos em doenças? Não é bem assim. Segurar nossas emoções é um risco à saúde, mas não dominá-las é um sinal de imaturidade. É importante observar, portanto, que, quando somos sinceros, não o somos com as pessoas, mas com nossas emoções e sentimentos. 

Se você tem muita dificuldade em dominar suas emoções, considere como possibilidade fazer uma terapia, meditação ou alguma outra técnica que se interessar – faça todas, se for necessário. Mas não deixe que suas emoções sejam um obstáculo ao seu sucesso. Quanto mais dominá-las, mais vai perceber que elas podem ser enormes forças para você cumprir seus propósitos e alavancar sua vida em todas as suas esferas. 

Quando precisar falar algo com o seu chefe ou colega de trabalho, meça as palavras. Qualquer verdade, se dita de forma adequada, é bem aceita. Pense nisso!

13 de agosto de 2013

Hugh Hefner: o fundador da Playboy

Quando fundou a Playboy, em dezembro de 1953, o americano Hugh Hefner evitou colocar uma data na capa. Achou que a revista iria encalhar e passaria meses nas bancas. Porém, o sucesso foi imediato. Hoje, com tiragem mensal de 3,2 milhões de exemplares nos Estados Unidos, a Playboy é a maior publicação masculina do mundo e o carro-chefe de um conglomerado que faturou 280 milhões de dólares no ano passado. A revista é publicada em dezessete países – a Editora Abril edita a versão brasileira – com 15 milhões de leitores.

Hefner é multimilionário e costuma fazer declarações polêmicas, como a quantidade de mulheres que já levou para cama. Aos 84 anos de idade, ele ainda encarna o estilo de vida de liberdade sexual, mas lembra com lucidez de sua participação na transformação da sociedade, na defesa dos direitos civis, contestando o macartismo, o racismo e a Guerra do Vietnã, defendendo da causa gay e da legalização da maconha.

Quando jovem, Hefner, abriu seu negócio com apenas oito mil dólares. Dinheiro que conseguiu ao vender alguns móveis de sua casa Photobucket e pedir certa quantia emprestada a sua mãe. Com este limitado capital ele lançou a primeira edição da Playboy. A revista alcançou o pico de vendas em 1972, com 7 milhões de exemplares.

A revista é praticamente uma máquina de fazer dinheiro. Hefner teve uma ideia inovadora no momento certo.

E você, já teve uma ideia tão diferente?

9 de agosto de 2013

Indicação de leitura: "Missão dada é missão cumprida"

Domine as ferramentas da inteligência militar e saia vitorioso no campo de batalha dos negócios. 

Essa frase é do livro "Missão dada é missão cumprida", dos autores Maryann Karinch e Gregory Hartley. "Missão dada é missão cumprida" trata de como você deve se relacionar com as pessoas para obter sucesso nos negócios.

Agentes dos serviços de inteligência devem saber convencer as pessoas, coordenar ações e melhorar o desempenho de suas equipes. Nos negócios, independente de você estar negociando um contrato, tentando vender uma ideia ou analisando um novo mercado as mesmas habilidades darão a você uma enorme vantagem.

Muitas das estratégias de coleta e análise de informação que levam à vitória em guerras veladas ou ostensivas também podem ser utilizadas para executar fusões, selecionar e atrair os melhores talentos, bem como mobilizar equipes para criar novas iniciativas de negócios. Ao desenvolver essas habilidades, você poderá interpretar comportamentos e influenciar pessoas, de modo a conseguir se sair bem em qualquer negociação, reunião ou “missão” de levantamento de dados.

Repleto de estudos de estratégias e insights fascinantes baseados nas duas especialidades dos autores - como interrogados  e como executivos - este livro é um guia fascinante e prático para vencer as batalhas no mundo dos negócios. 

Faça essa leitura e se surpreenda. Eu recomendo!

7 de agosto de 2013

É possível dar dicas para alcançar o sucesso?

Sucesso. Esse é um objetivo que está na mente de todos os profissionais. Em alguns mais, em outros menos. Alguns fazem por onde alcançar o sucesso, outros nem tanto. Mas, afinal, o que faz com que as pessoas possam afirmar que obtiveram o sucesso profissional? Seja qual área de trabalho for, é possível encontrar certo padrão de atitudes que impulsionam a escalada na carreira profissional. 

Ação permeada pelo entusiasmo
O entusiasmo vem quando a pessoa sente que o que ela faz está alinhado ao que ela é e ao propósito da sua vida. Sem entusiasmo, não há superação. Por isso, é tão importante fazer o que gosta.

Não ter medo de errar
O medo paralisa e quem tem medo corre o risco de não sair do lugar. Aqueles que atingiram o sucesso é porque passaram por cima dos receios e tentaram algo que ninguém tinha tentado. E, o melhor, deu certo! Existem muitos casos em que profissionais fracassam nas tentativas, mas é com elas que é possível chegar em algum lugar. Por isso, tente!

Comprometer-se com o resultado
O prazer está no processo, na ação para o resultado. Ainda assim, é preciso ter foco na meta. Onde você quer chegar? Para alcançar os objetivos, é preciso encarar os obstáculos e não se deixar vencer pelas dificuldades.

Ter em vista o objetivo de carreira
E na sua carreira, onde você quer chegar? Tenha claro esse objetivo para saber qual caminho pegar e no que se dedicar. 

Investir na comunicação e no poder de influência
Daí a importância em construir um bom relacionamento com os pares. Com a comunicação e bom relacionamentos, os profissionais motivam os outros a construir objetivos junto com eles e é no trabalho em equipe que saem os melhores resultados. 

Não se esquecer da vida pessoal
Sucesso não é crescer profissionalmente e esquecer da vida pessoal. Isso pode até levar a depressão e ao arrependimento. Por isso, busque o equilíbrio. 

1 de agosto de 2013

Você vive para trabalhar ou trabalha para viver?

O dia tem 24 horas e podemos dividi-lo em três grandes partes. Em média, dormimos oito horas. Uma outra parte do dia é dedicada a atividades diversas como diversão, translado, saúde, higiene, refeições etc. As horas restantes são utilizadas para exercermos nossa atividade profissional. O interessante é que estas são as melhores horas do dia, normalmente das oito da manhã às seis da tarde. Trabalhamos no período onde o sol brilha e o corpo está mais disposto.

Uma pessoa que começa a trabalhar aos 20 anos só conseguirá se aposentar, em média, aos 55. Isto quer dizer que dedicamos os melhores anos de nossas vidas ao trabalho. Portanto, é importante que reflitamos se vale à pena nos tornarmos escravos do trabalho. Será que nossa atividade profissional não está exigindo de nós mais do que deveríamos oferecer?

Diante disso, gostaria de fazer uma proposta: trabalhe para viver, não viva só para trabalhar. O trabalho deve ser um meio para atingirmos nossos objetivos, não nosso único objetivo na vida. Não há como negar que ele é uma grande fonte de realização pessoal e que devemos nos dedicar muito para que as atividades que o compõem sejam sempre bem feitas. Porém, o problema ocorre quando nos esquecemos do lazer, da família e da espiritualidade.

Na busca por mais dinheiro, poder e status, há pessoas que se dedicam somente ao trabalho, enfrentando jornadas diárias de mais de 12 horas, trabalhando, inclusive, nos finais de semana. Fazendo isso, estamos vendendo nossa alma e nosso corpo ao diabo. Logicamente, um dia ele virá cobrar sua dívida, na forma de doenças fisiológicas e psicológicas (gastrite, depressão, infarte etc).

Não podemos nos esquecer que o corpo humano é uma máquina e tem limites. Toda máquina precisa de manutenção para funcionar bem; portanto, o sono e o lazer são imprescindíveis para nós. Não devemos levar os problemas do trabalho para casa. Vamos curtir a família e as boas coisas que a vida nos proporciona, e que nem sempre reconhecemos. 

 
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