20 de janeiro de 2012

O que é SOPA e o que pode mudar?


A sigla SOPA (Stop Online Piracy Act) significa Lei de Combate à Pirataria Online. Basicamente, esse projeto de lei expande os meios legais para que os detentores dos direitos autorais possam combater o tráfico online de propriedade protegida e de artigos pirateados. Se aprovado, os detentores de propriedade intelectual terão o direito de bloquear indiscriminadamente o conteúdo da web. A Internet livre, como conhecemos hoje, estaria ameaçada.

O projeto será votado em fevereiro pelo Congresso norte-americano e, de acordo com o texto, o SOPA poderá afetar sites do mundo todo. Companhias prestadoras de serviço de acesso à Internet poderão, inclusive, ser indiciadas caso permitam o acesso a conteúdo que infrinja as leis de propriedade intelectual. Da mesma forma, sites de buscas, assim como Google e Bing, seriam obrigados a censurar páginas do tipo.

Um segundo projeto de lei, que também circula no Congresso dos Estados Unidos, é igualmente preocupante. Trata-se do Protect IP, também conhecido como PIPA. A medida, assim como o SOPA, tem a função de combater a pirataria, inclusive atacando sites hospedados fora do território norte-americano.

Alguns dos sites mais acessados na Internet ameaçaram tirar suas páginas do ar temporariamente, um protesto que tem sido chamado de blackout. A Casa Branca e grandes organizações como Google, Mozilla, AOL, LinkedIn, Facebook, Twitter e Zynga devem aderir ao manifesto. O blackout já foi feito por alguns sites, incluindo alguns brasileiros. Entre eles, estão Wikipédia, Idec, A2K Brasil, Cultura Livre, CTS Game Studies, Estrombo, Observatório da Internet, Open Business.

Veja o vídeo explicando o SOPA, com legenda em português:

Vídeos: SOPA e PIPA • O que é Protect IP Act Breaks the Internet [legendado]


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A IMPORTÂNCIA DE SABER OUTRO IDIOMA PARA SE MANTER NO MERCADO DE TRABALHO

© Josef Lindau/Corbis


Uma pessoa que queira ser considerada empreendedora e deseja alcançar o sucesso profissional tem que estar permanentemente disposta a aprender. Saber falar outros idiomas, por exemplo, tornou-se essencial para qualquer carreira. Hoje em dia, não ter conhecimento de outro idioma pode fazer com que muitos profissionais percam vagas de trabalho. 

Você já aprendeu a falar inglês? Espanhol? Tem a possibilidade de aprender a falar outros idiomas? Pois então aprenda! Saber outras línguas nunca é demais, no mercado de trabalho não é possível prever quando será necessário utilizar determinados idiomas para negociar. Aliás, fazer negócios em outro país sem conhecer a língua nativa pode gerar situações constrangedoras ou ainda pode fazer com que o negócio não se concretize. Por isso, não seja passado para trás no mercado de trabalho, invista na sua qualificação também através do aprendizado de outros idiomas. 

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19 de janeiro de 2012

PORTUGAL: UM DOS PAÍSES MAIS FÁCEIS PARA FAZER NEGÓCIOS

Criar uma empresa em Portugal é fácil e rápido. Você pode constituir uma empresa em apenas uma hora e começar a fazer negócios no mesmo dia. A operação completa é a mais barata da Europa e, além disso, a localização é privilegiada geograficamente, ideal para os que procuram abastecer o mercado europeu ou expandir seus negócios para outras partes do mundo. 

Para fazer negócios e se relacionar com os portugueses também não há muito segredo. A maioria deles são tolerantes, acostumados a lidar com pessoas de outras culturas. Mas é bom evitar comentários ou elogios desde o início. Se quiser causar uma boa impressão fale bem do país, do alimento, da cidade, do clima, etc. Outros bons tópicos de conversa são falar sobre a família, futebol, vinhos, filmes, viagens e política (mas com muito cuidado). 

Só não queira discutir com os portugueses sobre carreiras, salários, profissões, religião e qualquer outro esporte que não seja o futebol. Se você for convidado para uma refeição com os negociantes e não saber exatamente como se vestir, é indicado que os homens usem roupa social, com uma gravata (que pode ser tirada, se estiver muito formal) e as mulheres roupas conservadoras. A vestimenta não é muito diferente do que em outros lugares, mas é sempre bom lembrar para não abusar. 

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18 de janeiro de 2012

EMPRESAS BUSCAM CONSULTORIA DE NEGÓCIOS

Pesquisas apontam que cresce cada vez mais a contratação de consultorias empresariais. Não existe mais o paradigma de que apenas grandes empresas precisam do auxílio de consultores, pois empreendimentos de pequeno e médio porte também devem se posicionar de forma competitiva no mercado para não acabar na falência. 

Muitas vezes, o empresário não sabe como melhorar a estrutura, os processos ou o atendimento. Por isso, existem consultores especializados que sabem como colocar a empresa no caminho certo. A contratação de um consultor não indica falta de capacidade, pelo contrário, demonstra que a empresa busca segurança, eficácia e qualidade de trabalho. 

Os empresários que estão procurando um consultor de negócios e desejam que as mudanças sejam realmente para melhor precisam prestar atenção em algumas dicas: contrate um consultoria que tenha a ver com a sua empresa, faça uma pesquisa sobre a história fiscal e jurídica da mesma, saiba quais foram os trabalhos anteriores e os resultados obtidos, levante as necessidades da sua empresa e defina qual será a finalidade principal do trabalho.

17 de janeiro de 2012

A IMPORTÂNCIA DE PROGRAMAS CULTURAIS PARA EMPRESA E SOCIEDADE

As responsabilidades de uma empresa vão além da administração dos negócios. As organizações estão inseridas na sociedade e disponibilizam serviços e/ou produtos que beneficiam e facilitam a vida das pessoas. Para que a relação entre a sociedade e as empresas seja uma “via de mão dupla” é preciso que as companhias também façam investimentos. Dentre eles, destaca-se o investimento em cultura. 

Segundo o Ministério da Cultura, no Brasil essa área envolve cerca de 290 mil empresas e movimenta em torno de R$17, 8 bilhões por ano. Entretanto, é necessário um maior investimento da iniciativa privada na área cultural. Todos os anos, diversas empresas brasileiras perdem incentivos fiscais federais, estaduais e municipais por não destinarem parte da sua renda à cultura. Quem sai perdendo com isso é a própria empresa e a sociedade. A empresa por deixar de lado a chance de destacar a sua marca e a sociedade que tem menos oportunidades de desfrutar de eventos culturais, que deixam de acontecer por falta de verba. 

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