27 de fevereiro de 2013

Conselhos de Nizan Guanaes

Nizan Guanaes já trocou a Bahia por São Paulo, perdeu mais de 50 quilos, construiu o Grupo ABC, que tem faturamento de R$ 1 bilhão por ano e de maneira inteligente troca invariavelmente de opinião quando julga necessário. Ao invés de temer, como muitos, esse processo de mudança, Nizan encara o efeito “camaleão” como algo positivo e absolutamente essencial para o sucesso que obteve em sua longa carreira como publicitário. Por essas e outras, ele é referência e inspiração para profissionais de todos os segmentos, sobretudo para o trade publicitário. Confira agora alguns conselhos do publicitário sobre algumas questões específicas em entrevista para a Revista Alfa:

Sobre marketing pessoal

“Acho um negócio forçado. Parece um monte de passinhos que você precisa dar para fazer sucesso e não servem para nada. Todo mundo respeita as pessoas que perseguem os seus sonhos. Conquista-los é um excelente marketing pessoal e provoca admiração”

Sobre o ato de errar

“Se você se posiciona como infalível, o que é coisa de maluco, ou dizer bobagens, vai ser cobrado no mesmo instante.”

Sobre a propaganda

“O que não pode ser é mentirosa. Se antes mentir era falta de talento, agora é falta de juízo. Estamos em uma sociedade aberta.

Sobre a África Zero

“Faço tudo o que o cliente pediu, só que do meu jeito. É uma agência instransigente em relação à possibilidade de abrir mão da criação.”

Sobre o momento patriótico

“Vi o povo brasileiro e suas conquistas, o que é um prazer. É o povo se realizando. Antes, muita gente olhava aquela coisa cheia de riqueza, que é o Brasil, e não usufruía nada.”

Sobre ouvir e aprender

“Vivo muito das ideias dos outros. Algumas das minhas melhores ideias, talvez a maioria, não eram minhas. Foi o garçom que me disse, minha mãe, meu irmão. Ouço e faço.”

26 de fevereiro de 2013

Coaching: dicas para elevar o seu bem-estar também no dia-a-dia

Muitas vezes com a correria do dia a dia é normal nos sentirmos desmotivados. Vários motivos podem ser a causa desse mal: falta de tempo, baixa autoestima, falta de foco, estresse no trabalho, sonhos não realizados, rotina desgastante, fazer o que não gosta e etc.

Nesses dias, lutamos com todas as forças para levantar e sair de casa. Os segundos demoram a passar. Podemos até ter alguns momentos prazerosos, mas, no geral, não sentimos ânimo de fazer absolutamente nada. O que falta é o combustível mais importante para seguir em frente: a motivação.

A motivação é uma questão pessoal, parte de cada um de nós. Para nos motivar, precisamos ter um propósito. Precisamos sentir que o trabalho que fazemos serve para algo a mais do que simplesmente receber o salário no fim do mês e pagar nossas contas.

Para mudar essa situação, algumas atitudes simples podem fazer grande diferença nesse processo de mudança. Conheça essas atitudes e as utilize a seu favor dando um up em sua vida:

Se goste mais

O primeiro passo para a motivação pessoal é se olhar no espelho e gostar do que vê. Trabalhe seu corpo e mente.

Pratique exercícios físicos, tome sol, cuide de você, do seu bem estar. Valorize seus amigos e trabalhe o seu autoconhecimento.

Estabeleça metas de vida

Embora determinar metas pareça complicado, é necessário. Se você não tem coragem e pré-disposição para lutar pelos seus objetivos de vida, quem o fará por você?

Assuma o controle, pare e pense, quais são seus planos de vida? Logo depois de determiná-los, escreva-os, assim é mais fácil concentrar-se neles e estipular prazos para que possam ser executados.

Promova sua autoestima

A autoconfiança é extremamente necessária para aqueles que desejam crescer na carreira profissional. Ela te livra do medo e principalmente da insegurança que a maioria das pessoas tem.

Exercite essa auto confiança dando pequenos passos. Aceite novos desafios, eles são ótimos motivadores para chegar ao resultado. Quanto mais difícil, melhor o gostinho da vitória. Tome iniciativas, faça coisas novas e não só o esperado. Quando você confia em si mesmo, automaticamente as pessoas também confiarão.

Durma tranquilamente

Tenha noites de sono tranquilas. Não leve para o travesseiro problemas e frustrações do dia. O sono serve para descarregar as energias negativas e descansar para uma nova batalha.

Ao se deitar, reserve um tempinho só pra você, faça uma meditação, ouça uma música relaxante, procure pensar em coisas positivas e tranquilizantes e permaneça nesse ambiente até pegar no sono.

Ao se levantar, procure levar essa sensação de bem estar também para o seu dia. Você ficará surpreso de ver como as coisas poderão ser favoráveis. Tudo isso porque, inconscientemente, sua postura será mais confiante diante das situações, e as respostas tenderão a se alinhar com o seu comportamento harmonioso.

Não desanime se algo der errado

Nem sempre vamos obter sucesso em tudo que fizermos. Algumas vezes, por mais indesejável que seja, acontece de fracassarmos em determinadas situações, o que acaba nos desmotivando a continuar. Mude esse fato, não desanime, as derrotas devem ser o combustível impulsionador para continuar tentando e melhorando sempre. Elas nos fazem crescer e aprender a criar forças para sempre tentar de novo, cada vez melhor.

25 de fevereiro de 2013

Antisociais: a maioria dos CEOs está fora das redes sociais

Os CEOs das principais empresas do mundo estão buscando cada vez mais a internet para se socializar com clientes e outros funcionários. Mas, em vez de redes sociais, eles têm priorizado vídeos e os próprios sites das empresas para buscar estes contatos, muitas vezes em uma via de mão única. De acordo com levantamento realizado pela consultoria Weber Shandwick, em 2010, apenas 36% deles buscavam este contato social pela internet. Atualmente, o número cresceu para 66%. Inicialmente, os CEOs usam a home page da empresa para depois buscar outras plataformas.

Uma das vias mais apreciadas pelos principais executivos são os vídeos. Quatro em cada dez utilizam seus sites ou canais no YouTube para passar mensagens para os seus consumidores e, em alguns casos, para seus funcionários. Dois anos atrás, apenas um quinto deles buscava esta alternativa. Executivos há mais de três anos no cargo de CEO tendem a buscar mais estas vias sociais – o recurso é usado por 79% deles. Apenas 48% dos que estão no cargo há menos de três anos fazem o mesmo. Também há variação de acordo com a região do mundo. Nos Estados Unidos, a prática chega a 80% dos CEOs, ante 67% na Europa e 55% na Ásia. Segundo a pesquisa, a imagem da empresa é favorecida caso os executivos busquem se socializar.

A maioria dos CEOs ainda permanece relutante em usar redes sociais como o Twitter, Facebook e Instagram. O número de usuários com estes cargos nas principais empresas do mundo atinge apenas 18%, e este valor se manteve praticamente estável ao longo dos últimos dois anos.

Um dos temores dos CEOs, assim como de executivos de escalões mais baixos, é o de questões da vida privada serem expostas. Atualmente, empresas costumam analisar páginas pessoais das pessoas para verificarem o perfil. A única rede social que costuma favorecer é o LinkedIn, voltada justamente para este público. No Twitter, alguns optam por utilizar apelidos para não se expor. No Facebook, o mais comum é ter uma página, mas apenas para acompanhar os amigos, sem postar nada.

22 de fevereiro de 2013

Não há desenvolvimento sem feedback

Esta afirmação é incontestável. Não podemos desenvolver sem a presença do feedback nos orientando e indicando necessidades e foco. Por exemplo, “qual a nossa expectativa após a prova”? A nota, isto é, o feedback!

A utilização do feedback na gestão ainda não é uma prática convencional. Há dificuldades no recebimento do feedback e, principalmente, na aplicação. A famosa frase “preciso lhe dar um feedback” sempre gera preocupação e ansiedade.

Mas, como crescer sem feedback, este é o princípio da educação. Evidente que na grande maioria dos casos o feedback se apresenta para redimensionar uma ação tendo o objetivo de consertar uma ação / desvio e, por isso, é visto sempre como um questionamento ou uma bronca. O que não significa, no entanto, que o feedback não possa ser utilizado para um elogio. O feedback tem um enorme efeito sobre a motivação dos colaboradores e equipes.

Veja, por exemplo o que causa a ausência de feedback:

• Insegurança pessoal e profissional com a “quebra” da auto estima.
• Desmotivação com os resultados.
• Falta de perspectivas de crescimento.
• Percebam que “pior do que ser avaliado negativamente é não saber o que está acontecendo”.

Por isso façam do feedback uma “ferramenta diária de gestão” primeiramente transformando a percepção das pessoas sobre essa ação. Pratique a comunicação responsável, isto é, ouça as outras pessoas com atenção e, dessa forma, você terá condições de lhes dar um feedback mais efetivo.

21 de fevereiro de 2013

Como vencer a barreira cultural nos negócios

A interculturalidade tem feito parte do mundo dos negócios desde a Segunda Guerra Mundial e se caracteriza pela integração e intercâmbio entre diferentes culturas, gerando um fluxo contínuo de informações, ideias e pessoas. Esse encontro com o diferente e as diferenças se tornou uma competência importante para os profissionais poderem lidar com pessoas de diferentes culturas. Diplomatas e homens de negócios se beneficiam fortemente se forem capacitados para essa “cultura de culturas”.

Foi a partir de 1980, com o avanço da globalização, com a expansão dos contatos entre países, que a interculturalidade tornou-se ainda mais presente e crucial no dia a dia das organizações. Desde então, trabalhar em e com times “multiculturais” e saber lidar com mercados culturalmente diversos tornou-se um diferencial competitivo e uma exigência básica para os grandes líderes.

No auge desta nova realidade, por definição, interconectada e, consequentemente, intercultural, surgiram importantes questões nas esferas gerenciais e de mercado: O que são diferenças culturais? Como se apresentam e como lidar com elas? Quais os seus impactos nos negócios? Como as pessoas devem ser preparadas para operar em um mundo “multicultural”?

Teoricamente, o mundo corporativo é regido por princípios de negociação semelhantes: compra, venda, condições comerciais, parcerias etc. Entretanto, diariamente, muitos negócios são colocados em risco ou até mesmo perdidos, devido às sutilezas culturais. Isso porque comportamentos que são aceitáveis e usuais em uma sociedade podem ser ofensivos em outras. Por isso, quando for negociar com alguém de outro país, procure conhecer a sua cultural e não caia no risco de estragar tudo devido a um gesto mal interpretado.

Boa sorte!

 
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