13 de junho de 2013

Valorize-se no mercado de trabalho

O aumento do valor de mercado de um profissional passa, necessariamente, pela adoção de uma postura proativa. Algumas atitudes que revelam esta proatividade são essenciais para quem quer aumentar o valor do seu “passe” no mercado. Confira quais são elas:

1. Seja melhor do que o salário que recebe
Ao invés de reclamar, é hora de mostrar trabalho e se preparar para outras oportunidades.

2. Ofereça mais do que estabelece seu ‘job description’
Profissionais que vão além de suas atribuições tendem a ser mais valorizados. Ao fazer isso espontaneamente você cuida da sua imagem profissional e evolui. A percepção do seu valor será uma questão de tempo.

3. Prepare-se para a oportunidade antes de ela chegar
Esteja preparado para assumir um cargo acima, mesmo que não tenha, ainda, uma promoção em vista.

4. Ao invés de apontar problemas, proponha soluções
Sempre que levar uma questão ao superior, leve alternativas de solução. Você pode não ter autonomia para tomar decisões a respeito da resolução do problema mas pode sugerir caminhos. 

12 de junho de 2013

10 filmes que todo líder empresarial deveria ver

Os administradores de empresa podem ter no cinema grande fonte de inspiração para o trabalho e a vida corporativa. Lições de carreira, de trabalho em equipe, superação, estratégias, liderança e gestão de crises estão presentes nos filmes indicados pelo presidente do Conselho Federal de Administração (CFA), Sebastião Luiz de Mello. Confira quais são, na opinião dele, os 10 filmes que todo administrador de empresas deveria ver.

1. Invictus
A história é contada a partir da eleição de Nelson Mandela (Morgan Freeman) para presidente da África do Sul, quando o país ainda mantinha resquícios do apartheid. Para contornar a preocupante situação social e econômica, Mandela se une ao time nacional de rúgbi. “Este filme é interessante para os administradores, pois o presidente Mandela terá uma relação próxima com o capitão do time, atuando como coach não para dar respostas, mas para fazer o atleta refletir sobre as situações e mudar seus comportamentos”, diz Mello.

Diretor: Clint Eastwood
Ano: 2009
Duração: 134 min

2. Amor sem Escalas
A função de Ryan Bingham (George Clooney) é viajar para todas as cidades dos Estados Unidos e demitir pessoas. De tanto lidar com o desespero e a angústia dos outros, ele se tornou frio. Mas seu chefe decide contratar Natalei Keener (Anna Kendrick), profissional que desenvolveu um sistema de demissão por videoconferência e, caso o sistema seja implementado, Ryan corre o risco de ficar sem emprego. “O filme mostra para os administradores o conflito de gerência tradicional e gerência nova, que salta das escolas de negócios transformando as relações”, diz Mello.

Diretor: Jason Reitman
Ano: 2010
Duração: 109 min

3. Um Sonho Possível
O filme é baseado em um fato verídico. O jovem negro Michal Oher (Quinton Aaron) cresceu em lares adotivos. Sua vida muda quando ele conhece, no meio da rua, Leigh Ann (Sandra Bullock) que, sensibilizada pela situação do rapaz, decide leva-lo para dormir em sua casa. Ela e sua família decidem apostar no potencial de Michael, dando-lhe uma família, uma escola e a chance de jogar no time de futebol. “O filme aborda temas como superação, esperança e como é importante a pessoa acreditar nela mesma. Além disso, nos faz perceber que existem muitos talentos escondidos na empresa, esperando apenas uma oportunidade para fazer a diferença”, diz Mello.

Diretor: John Lee Hancock
Ano: 2009
Duração: 128 min

4. O homem que mudou o jogo
“Esse é mais um filme que usa o esporte para nos ensinar importantes lições que valem para a vida pessoal e profissional”, diz Mello. Um time de baseball com orçamento modesto que vem perdendo importantes atletas é o centro da trama. O gerente do time, Billy Beane (Brad Pit) tenta conter os problemas, mas sem sucesso até conhecer Peter Brand (Jonha Hll). Beane adota as ideias de Brand e decide abrir mão de velhos conceitos de administração e passa a contratar jogadores pelo método defendido por Brand. A metodologia dá certo e o time vence vários jogos. “ O filme mostra como lidar com mudança, aborda princípios, obstinação, perseverança, além de deixar a mensagem da possibilidade de mudar o rumo das nossas vidas a partir da crença e da defesa inabalável de um princípio”, diz o presidente do Conselho Federal de Administração (CFA).

Diretor: Bennett Miller
Ano: 2011
Duração: 133 min

5. De pernas pro ar
O filme mostra a vida de Alice (Ingrid Guimarães), uma mulher workaholic que perde o emprego e o marido no mesmo dia. Mas tudo muda quando ela conhece a vizinha, que é dona de um sex shop em decadência. Alice percebe que o negócio está de mal a pior por falta gestão e decide, então, virar sócia da amiga. “Como tem amplo conhecimento na área de administração, ela consegue alavancar as vendas do sex shop e descobre que é possível dar a volta por cima, ser uma profissional de sucesso e ainda ter tempo para a família”, diz Mello.

Diretor: Roberto Santucci
Ano: 2010
Duração: 97 min

6. A fuga das galinhas
A animação britânica conta a história de uma galinha que decide fugir do galinheiro após descobrir que seu futuro é virar comida. Ela e seus amigos vão viver várias aventuras para conseguirem alcançar seus objetivos. “O filme é interessante para os administradores, pois traz lições como trabalho em equipe, estratégia e criatividade”, diz Mello.

Diretor: Peter Lord e Nick Park
Ano: 2000
Duração: 84 min

7. Monstros SA
Nesta animação, Mike e Sulley são monstros empregados da empresa Monstros S/A. A energia que a empresa gera provém dos gritos das crianças, mas como elas já não se assustam mais, o lucro da empresa começa a cair. Mas Sulley conhece uma garotinha e descobre que o riso dela também é capaz de gerar energia. “O filme fala de reorganização na empresa, além de mostrar como é possível superar dificuldades se soubermos enxergar oportunidades, mesmo diante da crise”, diz Mello.

Diretor: Pete Docter
Ano: 2001
Duração: 92 min

8. Coach Carter – Treino Para a Vida
“Inspirado em uma história real, este filme é muito motivador”, diz Mello. Ele conta a história de Ken Carter (Samuel L. Jackson), técnico de basquete que aceita treinar a equipe de um colégio da periferia. No local, ele precisa enfrentar a desmotivação de pais e alunos. Mesmo assim, ele consegue impor um rígido regime que, além de ajudar a melhorar as notas dos alunos, leva o time da escola a ganhar vários títulos. “Este é um filme que fala sobre liderança e do papel do líder para o bom trabalho em equipe”, diz o presidente do CFA.

Diretor: Thomas Carter
Ano: 2005
Duração: 136 min

9. Wall Street – O dinheiro nunca dorme
Gordon Gekko (Michael Douglas) sai da prisão após cumprir pena por fraude financeira e, impossibilitado de operar no mercado financeiro, ele passa parte do tempo palestrando e escrevendo livros. Até conhecer Jacob Moore (Shia LaBeouf), um operador idealista do mercado de Wall Street. “Excelente filme que nos faz questionar até onde podemos ir para garantir sucesso e fama no mundo corporativo. Além disso, ensina a trabalhar com riscos”, diz Mello.

Diretor: Oliver Stone
Ano: 2010
Duração: 133 min

10. O discurso do Rei
O filme conta a história real de o rei da Inglaterra George VI, pai da atual rainha Elizabeth II. Ele sofria de uma gagueira que o impedia de discursar para grandes públicos, até conhecer o terapeuta Lionel Logue. “Esta relação entre os dois traz grandes ensinamentos para a administração. Uma delas é a importância dos líderes saberes se comunicar com eficiência e eficácia. Outra lição deste filme é a de que servir não significa dizer “sim” a tudo. Apesar de estar atendendo ao Rei, Lionel mantém uma postura firme e exigente. Muitas vezes, diante de uma situação, um gestor precisa ser tão firme quanto Lionel, mas sem perder a delicadeza e o bom humor”, explica Mello.

Diretor: Tom Hooper
Ano: 2010
Duração: 118 min

Conteúdo: Revista Exame

11 de junho de 2013

Chefias estão entre os principais problemas de grandes empresas

Há várias razões para que as pessoas desistam do seu emprego. E um dos principais motivos se deve à existência de uma má relação entre os profissionais e seus chefes.

De modo geral, os chefes nas empresas brasileiras se formaram há 15 ou 20 anos, em meio a uma realidade empresarial muito diversa da atual. É comum que as empresas coloquem em posição de chefia ou alguém da família controladora do negócio ou um bom técnico, alguém que fez carreira no âmbito operacional da empresa. Ocorre que nenhum destes dois perfis profissionais garantem os requisitos para alguém ser um bom chefe.

As empresas não compreendem os elevados custos provocados pela perda de profissionais. Seja demitindo ou acatando um pedido de demissão, as empresas têm custos com a saída de trabalhadores. No entanto, os custos não param por aí: a empresa terá que investir tempo e dinheiro na busca de um novo profissional e, adicionalmente, gastar ainda mais no treinamento dessa pessoa. Outro custo invisível no processo: as perdas de produtividade decorrentes do período em que a empresa fica sem o profissional, assim como o período em que o substituto está sendo preparado.

Nesse cenário, os chefes devem fazer uma auto-análise do seu comportamento. Como é que eu dou ordem? Eu dou feedback aos meus colaboradores? Eu sei orientá-los? Observar o que você mesmo está fazendo pode resultar em um ganho tanto para os colaboradores quanto para o próprio profissional.

10 de junho de 2013

Você está na carreira certa?

Grande parte do potencial do ser humano se manifesta quando se trabalha por vocação. Entretanto, ainda existe certo preconceito com o trabalho, como se fosse algo que servisse apenas para suprir as nossas necessidades. Será que você está na carreira certa? Faça as três perguntas abaixo para si mesmo e descubra. Se não estiver no caminho certo, é hora de colocar a cabeça para funcionar e adequar a sua carreira profissional.

1. O que você gosta de fazer?

Todo trabalho direcionado pela vocação coincide com o que gostamos de fazer, pois vai de acordo com a vontade do indivíduo. Reflita sobre o que você faz de útil sem obrigação de fazer. O prazer de trabalhar aumenta a energia do indivíduo e o desejo de trabalhar mais. 

2. O que você quer realmente fazer?

Quando você tem tudo bem definido na sua mente, é capaz de fazer acontecer qualquer coisa e realizar o que quer. 

3. O que você faz bem feito?

Sentir satisfação no começo é fácil. Fazer bem feito é sentir satisfação do início ao fim do trabalho. Um trabalho bem feito gera admiração nos demais, naturalmente. 

3 de junho de 2013

Como dizer NÃO ao colaborador

Depois de tanto discurso sobre o estímulo do líder às ideias das equipes, sobre o desastre motivacional que é ter uma opinião rejeitada, a cruel realidade: você terá que dizer não a algumas ideias.  Ideias podem não estar adequadas ao momento ou à cultura da empresa, podem ter custo muito alto de implementação ou já ter sido testadas e reprovadas. 

É claro que você não vai contribuir para a implementação de uma má ideia. Há formas de, sem desmotivar, dar retorno à pessoa ou equipe que deu a ideia e elas vão muito além do "“agradeço sua contribuição"”. 

Nunca rejeite a ideia para copiá-la depois - Veja como funciona a mente humana: toda vez que você ouve uma novidade, por condicionamento, você tende a rejeitá-la. A novidade se aloja no seu cérebro e na segunda vez que deparar com ela sua rejeição já será menor, o que pode levá-lo a aceitar a sugestão do segundo proponente. Numa terceira vez, a sugestão poderá “brotar espontaneamente” da sua cabeça. Cuidado com isso. Os Programas de Sugestões e todos os procedimentos formais de registro de ideias evitam essas injustiças e mal entendidos. Um líder pode evitá-los não permitindo que sua equipe deixe as ideias soltas, mencionadas apenas no cafezinho ou no elevador, por exemplo. 

Aja preventivamente - Deixe bem claro quais os tipos de ideias que a empresa quer. Algumas pessoas confundem o estímulo à criatividade com o “liberou geral” e temem podar o processo criativo ao determinar limites logo no início. Mesmo o brainstorming, técnica que propositalmente adia o julgamento, só é completo depois que as opiniões s passam por um crivo. O crivo inicial é de quem faz a sugestão, não do líder.

Não rejeite uma ideia porque não a entendeu - Boas ideias podem ser desperdiçadas se não forem bem explicadas. Peça esclarecimentos ou peça o a quem a propôs reescrevê-la. Cuidado com os gênios incompreendidos. Algumas pessoas adoram esse papel e irão se queixar para a empresa inteira que foram injustiçados.

Se a proposta demandar mais criatividade, avise - Sugestões com alto custo de implementação, que necessitarão de negociações específicas, ou idéias que podem ser aprimoradas merecem uma segunda chance. Antes de rejeitar a ideia, aponte seus aspectos negativos e peça a quem teve a ideia para tentar aprimorá-la. 

O papel de um líder é estimular a criatividade de seus colaboradores, mas nada o impede de ser criativo também! Se gostou de um projeto e sabe como aprimorá-lo, junte-se ao colaborador para fazer esse processo. Pense nisso.

 
Design by Free WordPress Themes | Bloggerized by Lasantha - Premium Blogger Themes | Bluehost Coupons